terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Assédio Moral: A palavra dos especialistas

* Por Arthur Lobato

Informação é poder, gera conhecimento e a diretoria do SINJUS-MG intensifica seu trabalho de combate ao assédio moral, criando esse novo espaço no site, compartilhando artigos já publicados no jornal Expressão SINJUS e, mensalmente publicando um novo artigo relacionado ao tema assédio moral.

Nos próximos meses analisaremos as palestras realizadas por Marie France Hyrigoen, a maior especialista sobre o tema assédio moral, e Chistopher Dejours, um dos maiores pesquisadores do mundo, que analisa a relação prazer-sofrimento no trabalho. Ambos são franceses e estiveram no Brasil, a convite da Escola Judicial do TRT 4, em Porto Alegre, no dia 20 de abril deste ano.

Marie France em sua brilhante palestra, abordou as diferenças entre o stress e o assédio moral, e a necessidade de um clínica médica ou psicológica que leve em conta a influência do trabalho no conflito intrapsíquico, além da necessidade de uma acolhida a partir de uma escuta diferenciada para as vítimas de assédio moral, confirmando, assim, a importância do trabalho realizado pelo SINJUS-MG, com o plantão de atendimento às vítimas.

Christophe Dejours enfatizou uma mudança paradigmática resumida na frase “da sintomatologia para a etiologia”, ou seja, é necessário que entendamos as causas, a origem do adoecer do trabalhador, reforçando a necessidade da prevenção, e não apenas cuidar do sintoma, ou seja, da doença. Prevenir é a melhor solução, reforçando o esforço do Sindicato, que há anos tem feito um trabalho de informação, conscientização, prevenção, que culminou na aprovação da Lei Complementar 116/2011, que dispõe sobre a prevenção e punição do assédio moral na administração pública estadual.

Participe, opine, denuncie e ajude a erradicar o autoritarismo, as humilhações, as injustiças - práticas abusivas, que causam mal estar, impotência, mágoa, revolta, sofrimento e adoecer do servidor.

Combater o assédio moral e lutar por um ambiente saudável no trabalho. Esta é uma das lutas da nossa Comissão - uma necessidade de todos os trabalhadores.

Fortaleça seu Sindicato, participe, seja solidário, pois a próxima vítima pode ser você. Somente unidos poderemos enfrentar este mal estar do século XXI: o assédio moral no ambiente de trabalho.

Fique ligado no próximo artigo, ele trará detalhes importantes expostos pelos especialistas acima citados! Acompanhe aqui.

PUBLICADO NO SITE DO SINJUS/MG

sábado, 8 de dezembro de 2012

Programa Extra-Classe reflete sobre o assedio moral


Programa Extra-classe - Assedio Moral Entrevistado: Arthur Lobato Jornalista e psicólogo

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Confira e participe da enquete no link abaixo:

 http://www.sinjus.com.br/


A Comissão de Assédio Moral, formada pelo SINJUS-MG em parceria com o Serjusmig, se formou em 2007 como grupo de estudos e evoluiu para um grupo de trabalho, fazendo intervenções nos núcleos de saúde, perícia e escola do Judiciário. Ao longo dos últimos anos, essa Comissão vem promovendo palestras, publicando cartilhas e artigos, abrindo debates com o TJMG e, para manter nossos filiados sempre informados, foi criado este canal eletrônico de denúncias e o plantão de atendimento às vítimas de assédio moral (veja nos ícones abaixo). Além disso, foi realizado um concurso de monografias sobre assédio moral e proposto um projeto de pesquisa com apoio de pesquisadores da PUC/SP e Unicamp.

A Comissão atua de forma intensa junto à Coordenação Intersindical dos Servidores Públicos e deputados mineiros, tendo tido decisiva colaboração na redação da Lei 116/2011, que dispõe sobre a prevenção e punição do assédio moral na administração pública. Com esse mecanismo legal, será implementada uma comissão paritária com a participação dos Sindicatos no Tribunal de Justiça Militar, visando o combate ao assédio moral também nesta Instituição.


Assédio Moral - Expressão Sinjus 215

http://www.sinjus.com.br/imgs/jornal/2012/jornal215/ 


Confira novos artigos:



O ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO
MODALIDADES DE ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO
A IMPORTÂNCIA DA PREVENÇÃO NO COMBATE AO ASSÉDIO MORAL
ASSÉDIO MORAL NO SERVIÇO PÚBLICO
ASSÉDIO MORAL- O ASSEDIADOR
FORMAS DE SE DEFENDER DO ASSÉDIO MORAL
MATERNIDADE E ASSÉDIO MORAL
O SOFRIMENTO PSÍQUICO DA VÍTIMA
AÇÃO SINDICAL E ASSÉDIO MORAL
A ação do psicólogo no Plantão de Combate ao Assédio Moral
A Construção de Relados dos Casos de Assédio Moral
Assédio Moral- uma história real
Assédio moral e estágio probatório
Assédio Moral e Qualidade de Vida
Assédio Moral
ASSÉDIO MORAL E A LEI
O ASSÉDIO MORAL NAS ORGANIZAÇÕES
Assédio e discriminação racial
Servidor é trabalhador
Autoestima
 Sinal vermelho para exclusão social
Autoritarismo nas chefias
Mandar ou Liderar
A CONSTRUÇÃO DE RELATOS DOS CASOS DE ASSÉDIO MORAL
Combatendo o assédio moral na administração pública
Trabalho - tarefa e relacionamento
Assédio Moral: A palavra dos especialistas
ASSEDIO SEXUAL E ASSÉDIO MORAL

Assédio Moral no TJMG: a importância da prevenção

Assédio Moral: mais uma doença da modernidade?

A mulher e o assédio moral

De acordo com o ranking anual elaborado e divulgado recentemente pelo Fórum Econômico Mundial, o Brasil saltou de 82º para 62º lugar em se tratando de redução de desigualdade de gêneros. Tanto a Constituição Federal brasileira quanto a legislação infraconstitucional - trabalhista, eleitoral, civil e penal - trazem diversos dispositivos de proteção à mulher.
Mas será que nosso conjunto de leis tem sido suficiente para impedir que milhares de mulheres que vêm conquistando mais espaço no mundo do trabalho sejam tratadas de forma discriminatória, humilhante e muitas vezes doentia?
Diariamente juízes do Trabalho de todo o país julgam processos com pedidos de indenização por dano moral decorrente de assédio a mulheres. Os casos vão para as páginas oficiais dos tribunais, muitos ganham destaque nos jornais de repercussão nacional. Mas segundo os magistrados, esses processos representam apenas a ponta do iceberg do grande problema trabalhista contemporâneo: o assédio.
Um fato isolado não é suficiente para a caracterização do assédio moral, como uma situação de humilhação imposta ao empregado, mas que tenha ocorrido uma única vez. Para ser caracterizado como assédio moral é preciso que ocorra de forma constante e repetitiva, com o intuito de humilhar, diminuir, acarretando o isolamento do empregado e ainda redução na sua autoestima. Para a desembargadora, jurista e professora Alice Monteiro de Barros, o que caracteriza o assédio moral é a intensidade da violência psicológica, o prolongamento no tempo, o objetivo de ocasionar dano psíquico ou moral com o intuito de marginalizar o assediado, e que se produzam efetivamente os danos psíquicos.
"Como violência psicológica que é, o assédio moral atenta contra a honra, a vida privada, a imagem e a intimidade do agredido, e outros direitos fundamentais, bens imateriais protegidos pela Constituição Federal", afirma Dorotéia Silva de Azevedo, juíza titular da Vara do Trabalho de Santo Amaro da Purificação. E ressalta que o assédio confronta o disposto no artigo 5º, X: são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra, e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.
Prova
De acordo com a vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministra Maria Cristina Peduzzi, a prova não é tão difícil de ser construída, pois ao contrário do assédio sexual, ele se constitui necessariamente de atividades continuadas. "Como é uma repetição de atos praticados no ambiente de trabalho, eu diria, é muito simples qualquer colega poder comprová-lo".
A ministra ressalta que o assédio pode ser um ato concreto ou uma omissão, quando por exemplo se despreza o empregado, sem lhe passar atribuições. "Ele chega no local de trabalho e fica desestimulado, sentindo-se improdutivo, ignorante, porque ninguém lhe dá atribuições. Também pode ocorrer quando se passa atribuições desnecessárias e estranhas ao contratado."
Humilhações
A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a condenação do Banco Bradesco S/A e outros para pagarem indenização de R$ 5 mil por danos morais, pelo assédio moral sofrido por uma funcionária que era chamada de "imprestável" pelo supervisor.
Com base nos depoimentos das testemunhas, comprovou-se o assédio sofrido pela trabalhadora, sendo, portanto, devida a indenização por danos morais. O direito à indenização por dano moral encontra respaldo no artigo 186 do Código Civil e art. 5º, X, da CF, bem como nos princípios basilares da nova ordem constitucional, principalmente naqueles que dizem respeito à proteção da dignidade humana e da valorização do trabalho humano (art. 1º da CR/88), observou o ministro Maurício Godinho Delgado, relator do recurso na Turma.
Em outro caso que chegou ao TST, o Banco ABN AMRO Real S/A foi condenado porque o superior humilhava e ofendia uma funcionária perante seus colegas ao cobrar o cumprimento das metas estabelecidas pelo banco, chamando-a de "burra", tratamento ofensivo à dignidade inerente à trabalhadora.
Legislação
Pelo Direito brasileiro, assédio moral que causa dano à vítima gera a obrigação de indenizar, tendo o agressor o dever de reparar o prejuízo causado, por meio de pagamento em dinheiro, a ser fixado pelo juiz, destinado a reparar as consequências do ato ilícito.
Referida obrigação está prevista no artigo 927, do Código Civil (aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo). Contudo, essa obrigação não exclui o pagamento, pelo empregador, das verbas trabalhistas ao empregado, quando o demitir sem justa causa.
Embora ainda não exista uma lei específica para punir a prática do assédio moral, existem atualmente 11 projetos de lei tramitando no Congresso Nacional sobre o tema. Um deles é o Projeto de Lei nº 2369/2003, apensado ao PL nº 6757/2010, que define, proíbe o assédio moral, impõe o dever de indenizar e estabelece medidas preventivas e multas. Existem ainda, leis municipais proibindo a prática do assédio moral, aplicáveis aos servidores da administração pública local, leis estaduais como a nº 3.921/2002 do Rio de Janeiro.
Também existem cláusulas em convenções e acordos coletivos de trabalho dispondo sobre prevenção à prática de assédio moral nas dependências das empresas.
Para Sônia Mascaro se o assédio moral se caracteriza pela conduta abusiva, de natureza psicológica, feita de forma repetida e prolongada expondo o trabalhador a situações humilhantes e constrangedoras, gerando dano emocional e profissional, seu principal meio de prova são as testemunhas, que podem descrever e comprovar o comportamento hostil do agressor ou as situações que presenciaram, onde a trabalhadora foi humilhada.
Reparação
No assédio moral, existem várias formas de punição, podendo recair tanto para o assediador, quanto para a empresa empregadora que permitiu o ocorrido, ou até mesmo incentivou o assédio, como, por exemplo, no assédio moral organizacional, decorrente de políticas corporativas, explica a advogada.
O empregador responde pelos danos morais causados à vítima que sofreu assédio em seu estabelecimento, nos termos do artigo 932 do Código Civil. Se condenado, a Justiça do Trabalho fixará um valor de indenização com o objetivo de reparar o dano.
Já o assediador poderá ser responsabilizado em diferentes esferas: na penal, estará sujeito à condenação por crimes de injúria e difamação, constrangimento e ameaça (artigos 139, 140, 146 e 147 do Código Penal); na trabalhista correrá o risco de ser dispensado por justa causa, artigo 482 da CLT, e ainda por mau procedimento e ato lesivo à honra e à boa fama de qualquer pessoa.
Por fim, na esfera cível, poderá sofrer ação regressiva, movida pelo empregador que for condenado na Justiça do Trabalho ao pagamento de indenização por danos morais, em virtude de atos cometidos pela pessoa do empregado.
Sônia Mascaro, advogada, é grande defensora da conscientização tanto de trabalhadores quanto de empregadores sobre o assédio moral e sexual no ambiente de trabalho, pela convicção de que o melhor combate desse tipo de prática não deve se dar pela via punitiva, mas pela preventiva.
Seja por meio de campanhas publicitárias de esclarecimentos dos trabalhadores, promovidas por entidades como o Ministério Público ou a Ordem dos advogados do Brasil (OAB) ou ainda por meio de palestras oferecidas pelas empresas para seus empregados. "Campanhas nesse sentido possibilitam que os trabalhadores tenham conhecimento do que é o assédio e sejam capazes de identificar situações de abuso as quais estejam expostos, tendo a consciência de que não devem tolerá-la, mas sim denunciá-la", enfatiza Sônia Mascaro.
Para a advogada a conscientização também é importante nas esferas de comando da empresa, pois seus dirigentes precisam estar atentos à existência de condutas que possam vir a ser consideradas assédio, "Principalmente estimulando sua sensibilidade para perceber se seus subordinados sofrem abuso ou agem de maneira abusiva, identificando o problema e buscando sua correção", pontua.
Como inexiste legislação específica no Brasil versando sobre o assédio moral e sexual no trabalho e, principalmente, pelas proporções do tema na última década e o grande número de processos na Justiça do Trabalho, Sônia acha fundamental a regulamentação da matéria pelo meio legal. A seu ver, a indenização é um dos pontos mais importantes que precisa ser delineado, ante a atual discrepância em relação às condenações realizadas pelas Varas do Trabalho e Tribunais Trabalhistas.
"Acho fundamental que esse instrumento não seja banalizado e que os valores fixados a título de dano moral sejam não apenas reparatórios e punitivos, mas que tenham um caráter pedagógico forte objetivando que a empresa seja compelida a promover melhorias em seu ambiente de trabalho para extirpar qualquer forma de assédio", conclui.


Fonte: Lex Magister

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Assédio Moral: perspectivas e avanços by Sinjus Mg

SINJUS RADIOWEB

 Como o próprio nome diz, o SINJUS RADIOWEB é uma rádio via internet do Sindicato, que traz em seu conteúdo entrevistas, reportagens e áudios sobre diversos assuntos. A proposta é abordar temas relacionados às lutas dos servidores e do Sindicato – tanto no que se refere diretamente à categoria quanto no que diz respeito à construção de um Judiciário e de um País mais democrático e transparente. Clique e ouça!

 Assédio Moral: perspectivas e avanços by Sinjus Mg

Assédio moral em Debate

SINJUS/MG convida o psicólogo Arthur Lobato para assinar uma nova sessão de artigos no site do SINJUS como colunista fixo.
CONFIRA NOS LINKS:

O ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO
MODALIDADES DE ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO
A IMPORTÂNCIA DA PREVENÇÃO NO COMBATE AO ASSÉDIO MORAL
ASSÉDIO MORAL NO SERVIÇO PÚBLICO
ASSÉDIO MORAL- O ASSEDIADOR
FORMAS DE SE DEFENDER DO ASSÉDIO MORAL
MATERNIDADE E ASSÉDIO MORAL
O SOFRIMENTO PSÍQUICO DA VÍTIMA
AÇÃO SINDICAL E ASSÉDIO MORAL
A ação do psicólogo no Plantão de Combate ao Assédio Moral
A Construção de Relados dos Casos de Assédio Moral
Assédio Moral- uma história real
Assédio moral e estágio probatório
Assédio Moral e Qualidade de Vida
Assédio Moral
ASSÉDIO MORAL E A LEI
O ASSÉDIO MORAL NAS ORGANIZAÇÕES
Assédio e discriminação racial
Servidor é trabalhador
Autoestima
 Sinal vermelho para exclusão social
Autoritarismo nas chefias
Mandar ou Liderar
A CONSTRUÇÃO DE RELATOS DOS CASOS DE ASSÉDIO MORAL
Combatendo o assédio moral na administração pública
Trabalho - tarefa e relacionamento

Comissão reconvoca autoridades para apurar Assédio Moral

A audiência marcada para apurar, nesta quarta-feira (10/10/12), denúncias de assédio moral contra uma servidora pública estadual foi remarcada para 24 de outubro, pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Isso porque representantes da Secretaria de Estado de Saúde não compareceram à reunião, apesar de terem sido convocados a prestarem esclarecimentos, conforme requerimento do deputado Sargento Rodrigues (PDT).

A ausência foi criticada pelo deputado e motivou a aprovação do requerimento de reconvocação, incluindo, desta vez, o secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques. Segundo Sargento Rodrigues, o secretário informou, em correspondência enviada por e-mail, que os servidores convocados já teriam outros compromissos agendados anteriormente.

“Foi uma clara desobediência à comissão”, criticou o parlamentar. “A ausência configura um sério precedente que afronta a prerrogativa de convocação que todas as comissões e a própria Assembleia têm”, acrescentou o vice-presidente da comissão, deputado Paulo Lamac (PT).

Segundo ele, trata-se de ato passível de enquadramento dos servidores no delito de desobediência, por parte da Corregedoria do Estado.

Denúncias - Conforme as denúncias, a servidora Elaine Bastos Peluso, lotada na Comissão Permanente de Arquivos e Documentos da Secretaria de Estado de Saúde (SES), teria sido vítima de desqualificação por parte de seu superior hierárquico e passado por isolamento do grupo. Ela também estaria sofrendo degradação das suas condições de trabalho, atos que caracterizariam algumas modalidades de assédio moral. O deputado Sargento Rodrigues frisou que a Lei Complementar 116, de 2011, que dispõe sobre a prevenção e a punição do assédio moral na administração pública estadual, já está em vigor, tendo sido regulamentada pelo governador na última segunda-feira (8).

Fonte: Assembleia Legislativa de Minas Gerais

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

PALESTRA: Assédio Moral no Serviço Público

 Sindicato dos Policiais Federais no Estado de Minas Gerais convida todos os sindicalizados para participarem do projeto PIPOCA COM COCA.

Nesta primeira semana iremos exibir a palestra "ASSÉDIO MORAL NO SERVIÇO PÚBLICO" apresentada no último dia 06 na Escola Superior de Advocacia da OAB/MG, em Belo Horizonte. O evento foi apresentado pelo SINPEF/MG e contou com a participação do psicólogo Arthur Lobato, que discorreu sobre o assédio moral na Polícia Federal e sua perspectiva pós movimento paredista, e do advogado do SINPEF/MG, Tiago Penna.
O público presente no evento participou ativamente através de perguntas e o depoimento de um policial federal aposentado exemplificou claramente o que é o assédio moral na instituição.
Participe!

Assédio Moral no Servico Público - PALESTRA 4

O SINPEF/MG promoveu no dia 06 de setembro de 2012 uma palestra com o psicólogo Arthur Lobato que discorreu sobre o assédio moral no serviço público e sua perspectiva após o movimento paredista. O evento aconteceu na Escola Superior de Advocacia da OAB -- ESA, em Belo Horizonte - Minas Gerais. Após a palestra houve uma mesa redonda que analisou o assédio moral na Polícia Federal, composta pelo Psicólogo Arthur Lobato, Giovani Lara (Agente Federal aposentado e Relator da Comissão de Ética da OAB/MG e Tiago Penna (Advogado do SINPEF/MG).

Assédio Moral no Servico Publico - PALESTRA 3

Assédio Moral no Servico Publico PARTE 2




O SINPEF/MG promoveu no dia 06 de setembro de 2012 uma palestra com o psicólogo Arthur Lobato que discorreu sobre o assédio moral no serviço público e sua perspectiva após o movimento paredista. O evento aconteceu na Escola Superior de Advocacia da OAB -- ESA, em Belo Horizonte - Minas Gerais. Após a palestra houve uma mesa redonda que analisou o assédio moral na Polícia Federal, composta pelo Psicólogo Arthur Lobato, Giovani Lara (Agente Federal aposentado e Relator da Comissão de Ética da OAB/MG e Tiago Penna (Advogado do SINPEF/MG).

Assédio Moral no Servico Publico PARTE 1





O SINPEF/MG promoveu no dia 06 de setembro de 2012 uma palestra com o psicólogo Arthur Lobato que discorreu sobre o assédio moral no serviço público e sua perspectiva após o movimento paredista.

O evento aconteceu na Escola Superior de Advocacia da OAB -- ESA, em Belo Horizonte - Minas Gerais.

Após a palestra houve uma mesa redonda que analisou o assédio moral na Polícia Federal, composta pelo Psicólogo Arthur Lobato, Giovani Lara (Agente Federal aposentado e Relator da Comissão de Ética da OAB/MG e Tiago Penna (Advogado do SINPEF/MG).

sábado, 22 de setembro de 2012

Seminário de CIPAs reúne 300 representantes e promove debate sobre saúde no trabalhador de TI

Evento contou com palestras de Drauzio Varella,  Glene Rodrigues e Arthur Lobato




Com muita informação e interação, o Sindpd realizou nesta quinta-feira (20) o 13º Seminário de CIPAs (Comissões Internas de Prevenção a Acidentes). O evento reuniu cerca de 300 representantes de mais de 100 empresas da área de TI do estado de São Paulo que puderam debater os temas "prevenção e promoção da saúde na empresa", com a médica Glene Rodrigues, "Assédio Moral", com o psicólogo Arthur Lobato e "Estresse e Qualidade de Vida", com o médico Drauzio Varella. A mesa de abertura foi composta pelo presidente do Sindpd, Antonio Neto, pelo vice-presidente, João Antonio, pelo secretário geral, José Gustavo Oliveira e pelo superintendente regional do Trabalho e Emprego, José Roberto Melo. 

O secretário de saúde e segurança do trabalho do Sindpd, Antonio Randolfo, abriu o seminário ressaltando a importância do encontro para a interação do sindicato com a área. "É uma grande alegria receber os membros da nossa categoria, que são nossos parceiros, que zelam pelo cumprimento da CCT nas empresas. O seminário é muito importante para receber os indicativos e melhorar nossa atuação a partir de agora, focados sempre no bem-estar do trabalhador de TI."

O presidente do Sindpd, Antonio Neto, também afirmou que com a nova administração o segmento da saúde será ainda mais eficiente. "Este seminário encerra o ciclo desta gestão. Tivemos várias conquistas e para os próximos quatro anos queremos conquistar muito mais. O sindicato investe muito nas particularidades da categoria. Porque este é um segmento que tem doenças específicas. Cada vez mais vamos investir na saúde do trabalhador de TI", disse Neto.

Para o superintendente do MTE, a iniciativa é muito importante para informar os trabalhadores e criar um espaço para que eles também tragam suas experiências. "O evento é extremamente relevante sob a ótica do Ministério do Trabalho e da sociedade civil. Não podemos continuar convivendo com práticas que não beneficiem o trabalhador. O MTE tem uma série de ações que contemplam a visão do meio ambiente e da saúde do profissional e o Sindpd é nosso parceiro. Queremos empresas saudáveis e trabalhadores saudáveis", frisou Melo.

Palestras

A primeira palestra do dia foi ministrada pela Dra. Glene Rodrigues, que esclareceu a importância da qualidade de vida no ambiente de trabalho e fora dele. "Uma pessoa que está bem emocionalmente, afetivamente e fisicamente é um profissional que trabalha melhor e produz mais". Ela também ressaltou que as campanhas de prevenção a doenças nas empresas são muito importantes e que o sindicato disponibiliza material para algumas delas como a de vacinação do HPV.

O psicólogo Arthur Lobato foi o segundo especialista a falar. Ele explicou todo o processo de assédio moral. Como ele ocorre, a forma de identificá-lo e de combatê-lo, as consequências para quem sofre o assédio, para o ambiente de trabalho e à empresa. "O assédio moral é o processo de práticas perversas, autoritárias que fazem o trabalhador adoecer. O medo do desemprego faz as pessoas aceitarem muitas humilhações. Os cipeiros precisam ajudar a identificar o problema que muitas vezes não é físico e sim psicológico", ressaltou.

A última palestra do dia foi ministrada pelo Dr. Drauzio Varella. Com muito bom humor, ele discutiu a questão do estresse relacionado às doenças da sociedade contemporânea. "Estresse é um problema do mundo moderno. O nível de concorrência atual nunca existiu na história da humanidade. A vida era mais simples. Hoje, com a vida sedentária, a falta de tempo e o estresse junto com o computador, o celular e a necessidade de estar sempre trabalhando, criou-se um mundo de loucos".

Segundo Drauzio, as principais epidemias existentes no Brasil são a hipertensão, que atinge metade dos brasileiros com mais de 50 anos, e o diabetes, que acomete 12% da população do país. O estresse potencializa essas doenças e as mulheres são mais atingidas pela jornada dupla que exercem. "Os distúrbios são mais frequentes nas mulheres pela exigência do trabalho e da ajuda em casa. Elas precisam trabalhar, cuidar dos filhos, da casa e da beleza. Isso gera um nível de estresse maior do que o dos homens. Por isso, elas sofrem mais com os problemas causados por ele".

Para finalizar, ele ressaltou que a prática constante da atividade física é a forma mais eficiente de combater esses problemas. "O exercício físico é antiestressante, tranquilizante e protege contra todos os males do homem moderno: câncer, doenças reumatologias, obesidade e as degenerativas. É fundamental reservar um momento do dia para praticar exercícios físicos".


Para acessar o conteúdo do 13º Seminário de CIPAs, clique aqui
Confira mais fotografias:




















Sindpd realiza 13º Seminário de CIPAs

 http://www.sindpd.org.br/


Tribunal Eleitoral mineiro preocupado com satisfação de seus profissionais

BOM EXEMPLO – Tribunal Eleitoral mineiro preocupado com satisfação de seus profissionais

TRE/MG mostra que valorizar e ouvir servidor(a) é benéfico para a qualidade dos serviços prestados
Ter indicadores confiáveis sobre o nível de satisfação, comprometimento e motivação dos servidores(as) em relação à instituição, a fim de contribuir para melhoria do ambiente e da prestação dos serviços. Foi com tal intenção que o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE/MG) realizou mais uma”Pesquisa de Clima Organizacional”. Encerrado na semana passada (precisamente em 17/8/2012), o levantamento foi o segundo do gênero realizado pelo TRE/MG. De acordo com informações divulgadas no site do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) - leia aqui - a pesquisa está diretamente ligada ao Planejamento Estratégico do órgão, sobretudo no que tange ao desenvolvimento de condições adequadas para o cumprimento de metas.

A edição anterior da pesquisa (realizada em 2010) teria apontado alta satisfação geral dos profissionais que atuam no órgão (84% dos servidores estavam satisfeitos com o trabalho e 92% se identificavam com os valores da Justiça Eleitoral). Aquela pesquisa apontou, ainda, a necessidade de “melhorias na dimensão reconhecimento”. Nos dois anos seguintes, segundo teria informado o TRE/MG, foram sendo realizadas ações e mudanças, com base nos resultados da pesquisa, visando à melhoria do índice de satisfação. O TRE/MG pretende realizar o levantamento de dois em dois anos. Olha, aí, TJMG, mais um bom exemplo a ser seguido. Afinal, TODOS sabem, profissional valorizado, bem como satisfeito com o ambiente e a instituição, trabalha melhor! E quem ganha com isto? TODOS!!!! 

Fonte: Site do CNJ

Tribunal faz pesquisa sobre nível de satisfação de servidores



21/08/2012 - 18h03


O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE/MG) finalizou, nesta sexta-feira (17), a segunda Pesquisa de Clima Organizacional, que visa produzir indicadores confiáveis sobre o nível de satisfação, comprometimento e motivação dos  servidores com a instituição. A pesquisa está diretamente ligada ao Planejamento Estratégico do Tribunal (PETRE 2010-2014), no que se refere à necessidade de desenvolver as condições adequadas para o cumprimento das metas de curto, médio e longos prazos e para o alcance dos resultados institucionais.
Cerca de 360 servidores (14,05% do total) foram sorteados para responder à pesquisa, incluindo os requisitados e sem vínculo efetivo. A primeira edição da Pesquisa de Clima, realizada em 2010, mostrou que a meta de satisfação de 60% - definida no PETRE para aquele ano - foi atingida. Além da satisfação geral, a pesquisa demonstrou que 84% dos servidores estavam satisfeitos com o trabalho e 92% se identificavam com os valores da Justiça Eleitoral. A pesquisa apontou a necessidade de melhorias na dimensão “reconhecimento”.
As questões relativas à ampliação e modernização das instalações físicas, bem como mobiliários e equipamentos dos cartórios do interior, destacaram-se como oportunidade de melhoria apontada por essa pesquisa.
Ações para melhoria do clima - Muitas ações e mudanças estão sendo realizadas a longo prazo. Em 2011, foram realizadas palestras gerenciais com temas relacionados a reconhecimento e liderança de servidores; Curso de Ética (à distância), com o objetivo de melhorar o Clima Organizacional e lançado o Programa QVida! – de Programa de Promoção da Saúde e Qualidade de Vida no Trabalho -, que está diretamente relacionado à melhoria desse índice de satisfação.
Outras ações realizadas que impactam no Clima: Projeto TRE Convida Minas – destinado aos cartórios eleitorais do interior -, regulamentação do concurso interno de remoção e regulamentação do projeto de instrutoria interna (em andamento).
Ainda em 2011, alguns cartórios eleitorais receberam mobiliário novo. E a adequação e melhoria dos espaços físicos dos cartórios estão sendo providenciadas, como por exemplo, a compra de climatizadores.
A Pesquisa de Clima Organizacional deverá ser aplicada a cada dois anos e é uma iniciativa da Secretaria de Gestão de Pessoas, realizada pelo Grupo de Desenvolvimento Organizacional, ligado à Coordenadoria de Educação e Desenvolvimento.
Do TRE/MG

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

13º Seminário de CIPAs em São Paulo

Arthur Lobato, Glene Rodrigues, João Antonio Nunes Gomes, Dráuzio Varella, Francisco Beserra

O Sindpd promoveu na quinta-feira (20/09), no hotel Novotel São Paulo Jaraguá, o 13º Seminário de CIPAs, que  contou com a participação dos palestrantes Dráuzio Varella, Glene Rodrigues e Arthur Lobato e a presença de mais de 300 cipeiros de empresas de TI da capital e do interior.

O evento debateu formas de melhorar a qualidade de vida no ambiente de trabalho.  Estresse no Trabalho foi o tema da palestra com Dráuzio Varella; Prevenção e Promoção da Saúde dentro da empresa foi o tema debatido com Glene Rodrigues; e Assédio Moral com o palestrante Arthur Lobato.
 
As Comissões Internas de Prevenção a Acidentes (Cipas) são importantes parar evitar que os trabalhadores se machuquem. No caso dos profissionais de TI, que possuem uma rotina voltada para computadores, programação de códigos, números e solução de problemas, o papel desses grupos assume uma diretriz mais voltada para combater doenças como Lesão por Esforço Repetitivo (LER), Tendinite, Distúrbio Osteo-muscular Relacionado ao Trabalho (DORT) e aquelas relacionadas ao alto nível de estresse.

A CIPA é regulamentada pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) nos artigos 162 a 165 e pela Norma Regulamentadora 5 (NR-5) do Ministério do Trabalho. Empresas privadas, públicas, sociedades de economia mista, órgãos da administração direta e indireta, instituições beneficentes, associações recreativas, cooperativas, bem como outras instituições que admitam trabalhadores como empregados precisam ter comissões dependendo do grau de risco em que são classificadas.

















quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Seminário de CIPAs do SINDPD


Uma oportunidade para discutir problemas do ambiente de trabalho e melhorar a qualidade de vida.


Programação:
Para comandar os debates, o sindicato escalou três palestrantes:

Seminario Cipa


Os cipeiros das empresas que fazem parte da base do Sindpd serão convidados por meio de carta.

20 de setembro, às 8h
Local: Novotel São Paulo Jaraguá
Rua Martins Fontes, 71, Bela Vista

Assédio moral será tema do programa Extra Classe



Você já passou por uma situação constrangedora no trabalho? Se sua relação com os colegas de profissão ou com o seu chefe ultrapassa os limites saudáveis da boa convivência, fique atento, você pode ser mais uma vítima de assédio moral. Neste fim de semana, o programa de tv do Sinpro Minas vai abordar este assunto.
Não perca! Domingo, às 8h55, na Band Minas. 
 
O entrevistado do programa é Arthur Lobato, psicólogo, pesquisador do assédio moral no trabalho. Lobato desenvolve projetos sobre saude do trabalhador, e realizou dezenas de palestras e cursos em vários estados no Brasil.
Participou da Comissão Mídia Cidadania Psicologia CRP-04. 
Coordenador da Comissão de Combate ao Assédio Moral SINJUS-SERJUSMIG e do Plantão Sindical de Atendimento ás Vítimas de Assédio Moral.
Participou como palestrante no Forum Social Mundial 2009, e nos Congressos Internacionais sobre Assédio Moral no Rio de Janeiro, Argentina e México.
Participação projeto FORMES em Montevidéu (Uruguai) e La Paz (Bolívia)- FIJ-FENAJ 
Coordenador da Comissão de Combate ao Assédio Moral Sitraemg (2008-2009)
Escreveu artigos e teses sobre assedio moral nos congresso do SJPMG e FENAJ.
Delegado no Congresso Extraordinário para revisão do Código de Ética do Jornalista
(Apresentação e defesa da tese sobre assédio moral que resultou nos artigos sobre assédio moral incluídos no Código de Ética do Jornalista Brasileiro)
Colaboração na redação do projeto da Lei Complementar 116/2011 – combate aos assédio moral no serviço público junto à intersindical do serviço público.


Magazine Luiza sofre condenação por dumping social

Agência Estado 
 
O Magazine Luiza foi condenado pela Justiça do Trabalho de Franca, no interior paulista, ao pagamento de R$ 1,5 milhão pela prática de dumping social, que consiste na redução dos custos do negócio a partir da eliminação de direitos trabalhistas. A condenação foi proferida com base no resultado de inspeções realizadas por fiscais do trabalho em diferentes estabelecimentos da empresa, em diversos municípios paulistas.

De acordo com a assessoria de imprensa, a varejista já recorreu da decisão por discordar da sentença. "O Magazine Luiza mantém uma política de práticas exemplares de valorização das pessoas. Por isso, há 14 anos consecutivos, é eleito pelos próprios colaboradores como uma das melhores empresas do País para se trabalhar, segundo avaliação do Instituto Great Place to Work", destacou nota divulgada nesta quinta-feira.

O Magazine Luiza foi alvo de 87 autuações, principalmente, por submeter funcionários a jornadas de trabalho excessivas e desrespeitar intervalos legalmente previstos, segundo o Ministério Público do Trabalho (MPT).

A procuradora do trabalho Regina Duarte da Silva considera que a prática de dumping social resulta em concorrência desleal, já que coloca quem adota a prática em vantagem competitiva em relação aos seus concorrentes. "A prática de dumping social atinge o próprio modelo capitalista com a obtenção de vantagem indevida perante a concorrência por meio de agressões reincidentes à lei trabalhista, que também geram dano à sociedade e à estrutura do Estado", afirmou.

Antes de ingressar com o processo, o MPT firmou dois TACs (Termos de Ajustamento de Conduta) com o Magazine Luiza, em 1999 e 2003, respectivamente, nos quais ficaram consignadas as obrigações de não exigir dos empregados jornada de trabalho além do permitido pela lei e de registrar o ponto dos funcionários.

Em seguida, a fiscalização do trabalho realizou inspeções em lojas nos municípios de Franca, Araraquara, Matão, Presidente Prudente, Marília, Pedregulho, Santa Rosa do Viterbo, Igarapava, Ituverava, São Joaquim da Barra, Ribeirão Preto, Cravinhos, Batatais, Altinópolis, Brodowski e Monte Alto, e identificou o descumprimento das cláusulas do TAC.

Na condenação, o juiz do trabalho Eduardo Souza Braga, da 1ª Vara do Trabalho de Franca, acatou os argumentos do MPT e impôs a condenação no valor de R$ 1,5 milhão a título de indenização por danos morais coletivos, valor tido como suficiente para "satisfazer o binômio 'punitivo-pedagógico' da sanção".

I Encontro Estadual dos Jornalistas de Imagem e Profissionais de Comunicação do Ceará

fotografia: Adalberto Diniz

Durante os dias 1º e 2 de setembro, Fortaleza se transformou na capital dos debates sobre o futuro do Jornalismo de imagem, com a realização do I Encontro Estadual dos Jornalistas de Imagem e Profissionais da Comunicação do Ceará (EEJIC/CE).

O evento reuniu, na sede da Associação Cearense de Imprensa, cerca de 200 participantes, entre diagramadores, ilustradores, repórteres cinematográficos e repórteres fotográficos, além de observadores e estudantes de Jornalismo e áreas afins.

O  EEJIC teve como tema central "A identidade do jornalista de imagem e o futuro da profissão", numa conferência de abertura ministrada pelo presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e da Federação dos Periodistas da América Latina e do Caribe (Fepalc), Celso Schröder. Ao seu lado, ainda, o presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e secretário-geral da FENAJ, José Augusto Camargo. Ambos são jornalistas de imagem.

Arthur Lobato é repórter-cinematográfico da Rede TV! MG e psicólogo, foi 2º tesoureiro da FENAJ e vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais. Em sua palestra Lobato falou sobre saúde e segurança do jornalista, enfocando a questão do assédio moral, mais  uma das violências que afligem o trabalhador.



 Outros palestrantes e debatedores do EEJIC/CE: 

André Liohn Garcia de Oliveira é repórter-fotográfico e cinematográfico internacional, especialista em coberturas de guerra e único sulamericano vencedor do Prêmio Robert Capa;

André Freire é repórter fotográfico, trabalhou em jornais, revistas e assessorias como repórter e editor de fotografia, é diretor do Departamento de Mobilização dos Jornalistas de Produção e Imagem da FENAJ;

Fátima Duarte é psicóloga, especialista em saúde, trabalho e meio ambiente para o desenvolvimento sustentável (UFC) e Diretora do Centro Estadual de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST-CE);

Adalberto Diniz é repórter-fotográfico, secretário da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual dos Jornalistas (Apijor) e diretor da Associação Brasileira de Imprensa (ABI)

Silas de Paula é coordenador do grupo de pesquisa em Cultura Visual, professor doutor do curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará (UFC);

Eduardo Queiroz é editor de fotografia do jornal Diário do Nordeste (CE), graduado em Sistemas de Informação pela Faculdade Integrada do Ceará (FIC) e especialista em Teorias da Comunicação e Imagem pela UFC;

Celso de Oliveira Silva é fotojornalista freelancer, já tendo passado pelo jornal O Povo (CE), um dos criadores da agência e editora Tempo D’Imagem, desenvolve ensaios documentais e livros de fotografia;

José Alberto Lovetro , o Jal, é um dos mais conhecidos cartunistas na imprensa nacional, criador do Prêmio HQ Mix, o Oscar do humor gráfico brasileiro, preside a Associação de Cartunistas do Brasil (ACB);

 Liduína Figueiredo é designer gráfico, professora da disciplina de Produção Gráfica na Universidade de Fortaleza (Unifor), já tendo trabalhado no jornal Diário do Nordeste (CE), fundou a Pah Comunicação e Eventos;

Glaymerson Moises é jornalista graduado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), já tendo passado pelo Diário do Nordeste (CE), é designer gráfico e editorial freelancer, e criador da logomarca do EEJIC/CE;

Carlus Campos , o Carlão, é ilustrador e caricaturista do jornal O Povo (CE). Peças publicitárias, livros infantis e exposições de arte são outros projetos do artista, que publicou trabalhos nas revistas Bravo e Caros Amigos.

Informações do Site:  http://www.sindjorce.org.br/

Palestra: Assédio Moral no Serviço Público

 
05/09/2012

Palestra sobre Assédio Moral

Palestra sobre Assédio Moral O SINPEF/MG irá promover amanhã, dia 06, de 9:00 às 12:00h, uma palestra com o psicólogo Arthur Lobato que versará sobre o assédio moral no serviço público e sua perspectiva após o movimento paredista. O evento acontecerá na Escola Superior de Advocacia da OAB – ESA, localizada na Rua Guajajaras, 1757 – Barro Preto. Logo após a palestra, haverá uma mesa redonda composta por Arthur Lobato, Renato Deslandes, presidente do SINPEF/MG, Tiago Penna, Wellington Freixinho, advogados do SINPEF/MG e pelos procuradores do Ministério Público do Trabalho, Dr Helder Amorim e Drª Sônia Toledo Gonçalves.


Palestrante: Arthur Lobato (psicólogo, pesquisador do assédio moral no trabalho)
Horário:
09:00h as 09:30h – café da manhã
09:30h as 09:35h – Abertura com o Coordenador Jurídico  - Wellington Esteves Freixinho
09:35h as 11:00h – Palestra – Tema: Assédio moral no serviço público e sua perspectiva pós movimento paredista
11:00h as 12:00h – Mesa redonda com o público participante e internautas – Participação: Arthur Lobato (Palestrante), Renato Deslandes de Figueiredo (Presidente do SINPEF/MG), Tiago Cardoso Penna (Advogado do SINPEF/MG) e Wellington Esteves Freixinho (Coordenador Jurídico do SINPEF/MG).
12:00h – Fechamento com o Presidente do SINPEF/MG – Renato Deslandes de Figueiredo.
Local:  Escola Superior de Advocacia da OAB/MG - ESA, rua Guajajaras, 1.757, Barro Preto, Belo Horizonte – MG.

SERJUSMIG no combate ao assédio moral pelo País


NOSSA Comissão participa de Seminário, em Curitiba, organizado pelos companheiros do Paraná

Orientar e conscientizar servidores(as) sobre formas de combater e prevenir o assédio moral no ambiente de trabalho. Foi com tal propósito que, no dia 4/5/2012, o Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Paraná (Sindijus-PR) realizou um seminário sobre o assunto.

Entre os palestrantes do evento, estavam os membros da “Comissão SERJUSMIG/Sinjus-MG de Combate ao Assédio” - Rui Viana (Vice-Presidente do SERJUSMIG); Robert Wagner (Coordenador-Geral do Sinjus-MG) e Arthur Lobato (Psicólogo da Comissão) -, e também o Vice-Presidente da Federação Nacional da nossa categoria (Fenajud), Vice do SERJUSMIG, Luiz Fernando Souza.

Em pauta, o Mal e o Bem
O evento contou com dois momentos distintos: pela manhã, troca de experiências sobre situações aflitivas vividas em diferentes órgãos públicos/ privados; e depoimentos sobre iniciativas de combate à prática danosa. Luiz Fernado representou a Fenajud nesta Mesa.

No segundo momento, à tarde, além de terem sido abordadas iniciativas no âmbito da legislação, foram apresentadas formas de organização para a luta contra o Assédio Moral. Neste ponto, foi apresentado um pouco do trabalho da NOSSA “Comissão”.

Além da participação dos membros da “Comissão SERJUSMIG/Sinjus-MG” e da Fenajud, o evento contou com palestras da doutora em Psicologia pela PUC-SP, Terezinha Martins dos Santos Souza; do deputado estadual Tadeu Veneri (PT/PR) - autor de um Projeto de Lei sobre o tema; do advogado Ludimar Rafanhim; de Marisa Stedile (da CUT/PR), Alessandra Oliveira (do Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba/ Sismuc) e Antonio Marcos Pacheco (da Associação dos Oficiais de Justiça do Paraná/ Assojepar), entre outros convidados.

Metas e méritos

De acordo com o Coordenador do Sindijus-PR, José Roberto Pereira, o seminário visou a ampliar a troca de informações, a fim de contribuir para melhorar a qualidade de vida nos ambientes de trabalho. Segundo os organizadores, o evento foi avaliado positivamente pelos participantes.

O Sindjus-PR aproveitou o Seminário para oficializar o lançamento da cartilha e da campanha “Assédio Moral Chega! Juntos para combater”. Na avaliação do SERJUSMIG, o evento propiciou uma rica troca de experiências na caminhada por um Judiciário melhor e mais JUSTO em todos os aspectos. Parabenizamos os(a) colegas paranaenses pela iniciativa, desejando sucesso nesta luta.

Publicado em:  Edição 151 - Junho / Julho 2012



Assédio Moral, NÃO!


NOSSA Comissão faz palestra em Seminário na UFMG

A “Comissão de Combate ao Assédio Moral SERJUSMIG/Sinjus- MG” participou do “3o Seminário sobre Assédio Moral no Trabalho”. O evento foi realizado no dia 5/6/2012, entre 9 e 17 horas, no Auditório da Reitoria da UFMG (Campus Pampulha).

NOSSA PALESTRA

O psicólogo Arthur Lobato, representando a NOSSA Comissão, foi um dos palestrantes, no Painel sobre “Ações sindicais na luta Este é o segundo ano contra o Assédio Moral”. Segundo os organizadores, tal palestra objetivou debater as formas de combate ao ao Assédio Moral promovidas pelos sindicatos. O propósito foi possibilitar a troca de experiências e o acúmulo de conhecimentos, a fim de fortalecer a luta contra “esse mal”.

 O seminário foi gratuito e aberto ao público. Além de Lobato, Rui Viana (Vice-Presidente do SERJUSMIG) e Robert França (Coordenador-Geral do Sinjus- MG) também compareceram representando a NOSSA Comissão.

RIQUEZA
O Seminário, contou ainda com palestra da Dra. Margarida Barreto (Médica do Trabalho e uma das maiores especialistas brasileiras no tema assédio moral). O evento é uma promoção do Sindicato dos Técnico-Administrativos em Educação da UFMG/Cefet-MG/ UFVJM/IFMG (Sindifes) em parceria com o Sindicato dos Professores de Universidades Federais de Belo Horizonte e Montes Claros (Apubh).

Este é o segundo ano consecutivo em que a Nossa Comissão participa da atividade. Anteriormente, porém, havia sido apenas ouvinte e, neste 2012, com muito orgulho, integrou o grupo de palestrantes convidados.

Publicado no SERJUSMIG NOTÍCIAS
Edição 151 - Junho / Julho 2012

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Arthur Lobato fala sobre a regulametação da lei de Combate ao Assédio Moral

Publicado no Jornal Expressão Sinjus Número 212   

A regulamentação da lei de Combate ao Assédio Moral

Como a violência reaparece a cada época sob novas formas, é necessário retomar permanentemente a luta contra ela”
Stephen Zweig

Esta é a ideia central que permeia a cartilha de prevenção ao assédio moral editada pela Funed (Fundação Ezequiel Dias), um orgão do serviço público estadual, após a aprovação da lei 116/2011 que combate o assédio moral na administração pública estadual de Minas Gerais.

A Comissão de Combate ao assédio Moral do Sinjus-MG teve papel relevante na redação e aprovação desta lei, que preconiza a prevenção, mas também a punição dos assediadores. Entretanto, a lei ainda aguarda regulamentação para a garantia da operacionalização que a legislação estabelece. Somente assim, poderão ser instituídas as comissões paritárias com a participação dos sindicatos e associações para análise dos casos conforme escrito na cartilha.

A ausência da regulamentação foi uma das argumentações do Tribunal da Justiça Militar - TJM, quando o Sinjus propôs a montagem de uma comissão paritária nesta instituição após uma série de denúncias dos servidores sobre a prática de assédio moral, e, consequentemente adoecimento destes servidores.

O assédio moral é caracterizado por um conjunto de atos praticados com intencionalidade de humilhar, prejudicar, discriminar, isolar a vítima, a qual tem sua auto estima e a saúde mental e emocional abalada. Como esta violência não deixa marcas visíveis, devemos dar visibilidade ao assédio moral, denunciar , contar com o Sinjus como aliado para enfrentar este inimigo invisível no ambiente de trabalho.

O despreparo das chefias, com seu autoritarismo e comportamentos abusivos, é colocado como um dos pontos que proporcionam o assédio moral, mas, toda organização do trabalho que não combate o assédio moral, não realizando a prevenção e a punição do agressor, é cúmplice do adoecer do servidor.

Arthur Lobato é psicólogo e coordenador da Comissão de Combate ao assédio moral do Sinjus-MG





terça-feira, 7 de agosto de 2012

V Seminário Saúde do Trabalhador - Fortaleza - Ceará

Fotografias: Taís Ferreira


Promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores nos Correios do Ceará - SINTECT/CE e pelo CEREST/CE,  o evento contou com o apoio  da CUT, FETAMCE, SINDPD, Sindicato dos Bancários do Estado do Ceará, Sindicato dos Comerciários (SEC), Associação dos Servidores da Secretaria de Educação do Ceará (ASSEEC). O Seminário aconteceu nos dias 16, 17 e 18 de julho de 2012, no Hotel Mareiro, Av. Beira Mar, Fortaleza - Ceará.




A abertura do evento contou com a participação de bailarinos e bailarinas do Ballet Nordestino.



 Durante os três dias de evento, especialistas, trabalhadores e trabalhadoras discutiram na cidade de Fortaleza os avanços no conhecimento teórico e prático sobre o combate ao assédio moral no trabalho.

A mesa de abertura contou com a presença de Fátima Duarte/CEREST/CE,  Joana Dárc Almeida, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/CE), Ângelo Soares, Sociólogo e pós doutor em Sociologia na Universidade de Quebec e Montreal, Roberto Heloani, doutor em psicologia social pela PUC/SP, Margarida Barreto, médica, mestre e doutora pela PUC/SP, o deputado Artur Bruno e o psicólogo e pesquisador do assédio moral Arthur Lobato.

Confira cobertura fotográfica do evento

fotografias: Taís Ferreira

Fátima Duarte/CEREST/CE,  Joana Dárc Almeida,  presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/CE), Ângelo Soares, Sociólogo e pós doutor em Sociologia na Universidade de Quebec e Montreal


Ângelo Soares, Sociólogo e pós doutor em Sociologia na Universidade de Quebec e Montreal, o deputado Artur Bruno, Margarida Barreto, médica, mestre e doutora pela PUC/SP


Margarida Barreto, médica, mestre e doutora pela PUC/SP, Roberto Heloani, doutor em psicologia social pela PUC/SP, Arthur Lobato,  psicólogo e pesquisador do assédio moral

Ângelo Soares, Sociólogo e pós doutor em Sociologia na Universidade de Quebec e Montreal, Artur Bruno, deputado, Margarida Barreto, médica, mestre e doutora pela PUC/SP,  Roberto Heloani, doutor em psicologia social pela PUC/SP



Fátima Duarte/CEREST/CE,  Joana Dárc Almeida, CUT/CE, Ângelo Soares, Sociólogo,  Artur Bruno, deputado, Margarida Barreto, médica, Roberto Heloani,  PUC/SP,   Arthur Lobato, psicólogo e pesquisador do assédio moral/MG .

Margarida Barreto,  Roberto Heloani,  Arthur Lobato,  Maria de Lourdes Paz Felix
Coordenadora Geral Sintect-CE, Antônio Gemilson Suplente de Diretoria Sintect-CE

Fátima Duarte/CEREST/CE,  Joana Dárc Almeida, CUT/CE, Ângelo Soares, Sociólogo


















Antônio Gemilson Suplente de Diretoria Sintect-CE, Maria de Lourdes Paz Felix
Coordenadora Geral Sintect-CE



Maria de Lourdes Paz Felix
Coordenadora Geral Sintect-CE






Maria de Lourdes Paz Felix
Coordenadora Geral Sintect-CE




Margarida Barreto, médica, mestre e doutora pela PUC/SP


Margarida Barreto, médica, mestre e doutora pela PUC/SP


Margarida Barreto, médica, mestre e doutora pela PUC/SP

Margarida Barreto, médica, mestre e doutora pela PUC/SP







Arthur Lobato, psicólogo, http://assediomoralesaudenotrabalho.blogspot.com.br/


Arthur Lobato, psicólogo, http://assediomoralesaudenotrabalho.blogspot.com.br/

Arthur Lobato, psicólogo, http://assediomoralesaudenotrabalho.blogspot.com.br/

Arthur Lobato, psicólogo, http://assediomoralesaudenotrabalho.blogspot.com.br/





Maria de Fátima Duarte Bezerra, psicóloga, coordenadora CEREST-CE



Maria de Fátima Duarte Bezerra, psicóloga, coordenadora CEREST-CE






Maria de Fátima Duarte Bezerra, psicóloga, coordenadora CEREST-CE

Maria de Lourdes Paz Felix
Coordenadora Geral Sintect-CE



















Maria de Fátima Duarte Bezerra, psicóloga, coordenadora CEREST-CE










Nonato Ferreira karaterapia@yahoo.com.br

Nonato Ferreira (karaterapia@yahoo.com.br








Maria de Lourdes Paz Felix
Coordenadora Geral Sintect-CE


Maria de Lourdes Paz Felix
Coordenadora Geral Sintect-CE

Maria de Lourdes Paz Felix
Coordenadora Geral Sintect-CE

Margarida Barreto,  Arthur Lobato, Roberto Heloani,