segunda-feira, 20 de julho de 2015

III CONGRESSO IBEROAMERICANO SOBRE ASSÉDIO LABORAL E INSTITUCIONAL


III CONGRESSO IBEROAMERICANO SOBRE ASSÉDIO LABORAL E INSTITUCIONAL















































Reunião Núcleo Aposentados - Sinjus-MG

Boa conversa e clima de “festa julina” 

marcam reunião mensal do NAP


Publicado em: http://www.sinjus.com.br









A reunião mensal do Núcleo de Aposentados e Pensionistas (NAP) teve um 

pouco de tudo. O encontro foi realizado na segunda-feira, 13/7 – desde o 
ano passado o SINJUS-MG voltou a realizar os encontros também no mês 
de julho, o que antes não acontecia devido ao período de férias.


No início da reunião, o diretor de Assuntos Jurídicos do SINJUS-MG, 

Alexandre Pires, e a assistente jurídica do Sindicato, Stephanie Bastos, 
passaram informes sobre algumas ações de interesse dos aposentados. 
Já a diretora de Aposentados e Pensionistas, Viviane Callazans, informou 
que ainda não há novidades sobre o pagamento da Data-Base e que o 
SINJUS-MG está atento à questão e cobrando providências da 
Administração do TJMG. Outro informe foi sobre o pagamento da primeira 
parcela do 13º salário que será efetuado nesta quarta-feira, 15/7. 


Em outro momento, os participantes do NAP realizaram uma atividade 

proposta pelo jornalista, psicólogo e especialista em assédio moral no 
trabalho, Arthur Lobato, que foi o convidado do encontro desse mês. 
Na proposta “Literatura & Memória”, a ideia era que cada aposentado 
pudesse indicar um livro que tivesse marcado alguma época de sua vida e 
que compartilhasse a história com os demais. A interação foi extremamente 
rica e proporcionou um momento alegre, de reflexão e de boas lembranças. 


“A roda de conversa é uma metodologia de trabalho em grupo, onde o 

encontro entre pessoas se baseia em uma relação sem hierarquia e 
autoridade, mas baseada na interatividade de pensamentos”, explicou o 
psicólogo. Entre os livros indicados pelos presentes no encontro estão 
“Arroz de Palma”, de Francisco Azevedo; “O Pequeno Príncipe”, 
de Antoine de Saint-Exupéry; "A Festa de Babette", de Karen Blixen e 
“O Quinze”, de Rachel de Queiroz. 






Atuação


Durante o encontro, a diretora de Aposentados e Pensionistas, Viviane 
Callazans, contou sobre sua participação no debate público promovido 
pela Comissão de Administração Pública (CAP) da ALMG no dia 2/7. 
O assunto debatido foi "Ipsemg – Situação Atual e Perspectivas para a 
Seguridade Social dos Servidores Públicos Mineiros". No debate, 
a sindicalista chegou a fazer questionamentos durante a discussão na 
CAP sobre quais providências o Governo pretendia tomar para restituir o 
montante desviado do Funpemg para o caixa único do Tesouro, além 
de ações para tornar a previdência do Estado realmente sustentável. 
Leia mais aqui.


A diretora de Aposentados e Pensionistas também contou aos presentes 
sobre a criação da Comissão Extraordinária do Idoso na ALMG. A 
intenção é realizar estudos e debates sobre as necessidades e direitos 
dessa parcela da população. “É uma grande conquista. O Núcleo de 
Aposentados e Pensionistas irá aproveitar esse espaço para apontar as 
reivindicações de melhorias das condições do idoso. ”, afirmou.


Vem aí!

Ao final da reunião, a diretora Viviane Callazans falou da próxima viagem 
internacional. A bordo de um cruzeiro marítimo, os aventureiros do NAP 
vão passear por Santos (SP), Buenos Aires (Argentina), Punta del Este e 
Montevidéu (Uruguai). A viagem está prevista para ser realizada entre os 
dias 14 a 21/2. A próxima reunião do Núcleo, no dia 10/8, vai ser destinada 
a tirar dúvidas dos interessados no passeio. Representantes da Green 
Tours, agência de viagem responsável pelo cruzeiro marítimo, vão estar 
presentes para explicar mais sobre esse passeio imperdível.


A viagem está condicionada a fechamento do grupo. As vagas são 
limitadas, por isso não perca a chance de participar de mais uma viagem 
organizada pelo SINJUS-MG e de conhecer um pouco das maravilhas da 
América do Sul. Interessados devem ligar no telefone (31) 3213-5247.


Uma novidade apresentada na reunião mensal do NAP foi a participação 
dos aposentados no programa “Dedo de Prosa” da TV Horizonte. Este é 
o primeiro programa da televisão brasileira voltado para os cidadãos da 
terceira idade, onde se encontra espaço para discussões sobre o 
envelhecimento ativo da população. O NAP vai participar da atração em 
março de 2016. Anote na sua agenda!














Clima de festa


Para encerrar a reunião, a diretora de Aposentados e Pensionistas, 
Viviane Callazans fez o tradicional sorteio de brindes. Três aposentadas 
foram beneficiadas com sessões de massagem com a conveniada do 
SINJUS-MG, Lúcia. Saiba mais aqui sobre essa parceria.


Por fim, o grupo cantou parabéns para os aniversariantes do mês e 
todos participaram de um lanche com decoração típica junina.






Próxima reunião


A próxima reunião do Núcleo de Aposentados e Pensionistas ficou 
marcada para o dia 10/8. Não deixe de participar!

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Reunidos no TRT da Getúlio Vargas, servidores se preparam para assembleia

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Cumprindo a agenda de mobilização em defesa da aprovação do PLC 28/15, que trata da reposição salarial dos servidores do Judiciário Federal, a categoria em Minas realizou mais um ato público na tarde hoje, 7. A atividade foi realizada em frente ao prédio do TRT da Avenida Getúlio Vargas, 225, onde, reunidos, os servidores denunciaram, mais uma vez, o descaso do governo para com os servidores. Amanhã, 8, também conforme já agendado, acontecerá mais um ato público, seguido de assembleia geral, para deliberarem sobre os rumos do movimento. Vale lembrar que, conforme noticiado, a manifestação de amanhã, 8, terá encenação do casamento de Dilma e Lewandowski.
Célio Izidoro abriu o ato público de hoje passando alguns informes acerca do movimento grevista da categoria, dentre os quais a necessidade da manutenção da greve, além de sua ampliação. O coordenador sindical recordou-se que, no início do ano, o governo não tinha nenhuma proposta para o funcionalismo público, ou seja, reajuste 0%, porém, recuou após a grande manifestação dos servidores, quando da greve, o que fez o governo apresentar a proposta de 21,3%. Contudo, diante da grande defasagem salarial, ao longo de quase dez anos, os servidores do Judiciário Federal rechaçaram tal proposta e seguem firmes no propósito de verem sancionado o PLC 28/15.
Izidoro falou também sobre os constantes ataques da mídia aos servidores do Judiciário, após a provação do PL 28/15 no Senado, no último dia 30; “temos sido alvos da mídia que quer colocar a população contra os trabalhadores, e como se fôssemos responsáveis pela crise do país”, indagou o sindicalista. Na oportunidade, Izidoro informou aos colegas sobre as ações do Sindicato na tentativa de esclarecer a população acerca das informações veiculadas pela grande imprensa. Além de o Sindicato ter participado, na última semana, de dois programas na Itatiaia, e no Jornal Redação BH News (TV), Izidoro falou sobre os comunicados que serão veiculados na Rádio Itatiaia e TV Alterosa, ainda nesta semana, em defesa da reposição salarial da categoria. Aguarde mais informações sobre o assunto.
Corroborando a fala de Izidoro, o diretor de base e servidor do TRT, David Landau, aposta que a categoria deve desmontar o discurso da mídia de que são “privilegiados”. “Não devemos pagar pela crise no país, pois não fomos nós que a criamos”, aponta o sindicalista, lembrando-lhes que devem continuar firmes na luta para vencerem a batalha final. “Vamos exigir sim, nossos direitos e não perder para a inflação”, destaca Landau. “Não podemos nos desanimar, pois esta tem sido a maior greve do Judiciário Federal”, disse o Luiz Fernando Rodrigues, também diretor de base do Sindicato. Para ele, a situação hoje do país o leva a crer que, daqui pra frente, a precarização do funcionalismo público será cada vez maior.
Departamento de Saúde e Assédio Moral do Sindicato também foi notícia durante o ato
Assim como no ato de ontem, 6, o psicólogo Arthur Lobato, membro do Departamento de Saúde e Assédio Moral do Sindicato, falou aos presentes sobre esse novo setor, criado recentemente pelo SITRAEMG, e passou algumas orientações para que os servidores filiados possam usufruir de mais este serviço com foco na manutenção da saúde do servidor.
Em breve, após o término do movimento grevista, o SITRAEMG fará ampla divulgação do novo setor e de como participar. Contudo, caso algum filiado tiver alguma denúncia de assédio moral pode encaminhá-la à comissão, por meio do e-mail denuncia.assedio@sitraemg.org.br. A comissão é composta pelo próprio Arthur Lobato, que é psicólogo, a coordenadora do Sindicato Vilma Lourenço e outros filiados.
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Ao microfone, o psicólogo Arthur Lobato
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Célio Izidoro, coordenador do SITRAEMG
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David Landau, diretor de base
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Luiz Fernando Rodrigues, também diretor de base
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Publicado em:http://www.sitraemg.org.br



Participe da próxima reunião do NAP, dia 13/7, às 14h30 no Sinjus/MG

O Núcleo de Aposentados e Pensionistas (NAP) promove roda de conversa sobre literatura e memória. PARTICIPE!




terça-feira, 7 de julho de 2015

Em ato público desta segunda-feira, em BH, servidores comemoram manutenção da greve em âmbito nacional e defendem reforço da luta pela sanção do PLC 28/15

Postado em: 06/07/2015
E nesta terça feira, 7 de julho, o ato será em frente ao TRT da Avenida Getúlio Vargas, 225, também às 12 horas – Todos lá!
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Em mais um ato público dos servidores do Judiciário Federal, realizado nesta segunda-feira, 6, em frente ao prédio do TRT da Rua Mato Grosso, em Belo Horizonte, foi destacada a importância de a categoria manter a greve por tempo indeterminado até a sanção do PLC 28/2015, pela presidente Dilma Rousseff.  Prova de que persiste essa consciência entre os servidores mineiros foi a presença, mais uma vez, de colegas de outras cidades – Contagem e Betim, como sempre, Pedro Leopoldo, Sabará, Teófilo Otoni e outras– para agitar ainda mais o ato em BH. E a decisão de manutenção da greve não só em Minas, mas em quase todos os estados, conforme relatado pelo coordenador do SITRAEMG Célio Izidoro a partir de leitura do quadro nacional de greve, mereceu uma entusiasmada salva de palmas dos participantes,.
E a greve não é só no Judiciário Federal. Várias categorias do serviço público federal também estão de braços cruzados. É o caso, por exemplo, dos servidores das universidades federais, da Advocacia Geral da União e da Receita Federal, como citado pelo servidor David Landau, do TRT. David também lembrou que o PLC 28/15 é o foco de momento da luta da categoria, mas que há ainda a data-base e muitas outras demandas cuja pauta deve ser retomada assim que terminar essa verdadeira “guerra” pelo fim de uma defasagem salarial que já dura quase uma década.
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Antes de iniciar o ato, servidores da primeira instância da Justiça do Trabalho em Belo Horizonte acertaram uma sistemática de funcionamento das VTs de forma a adequar a greve ao mínimo de 40% do quadro a ser mantido em serviço (confiraaqui), segundo estabelecido, em portaria, pela administração do TRT. A propósito das portarias emitidas pelas administrações dos tribunais nessa nova etapa da greve, pós aprovação do projeto no Senado Federal, o coordenador Célio Izidoro recomendou aos servidores não se deixarem orientar por elas, mas por eles próprios, dialogando entre si e com o Sindicato. “A greve está radicalizando e o servidor deve ter a consciência de que, sem greve, não haverá PLC 28/15”, avisou.
Luiz Fernando, servidor do TRT, cumprimentou os servidores de Contagem, frisando que eles anunciaram paralisação antes mesmo dos colegas do Paraná, primeiro estado a entrar em greve, cruzarem os braços. Quanto aos ataques da imprensa, ele lembrou que os grandes os veículos de comunicação fazem essa perseguição porque, além de defenderem o “estado mínimo”, são bancados pelo governo. Assim como David Landau, Luiz Fernando defendeu a necessidade de os servidores ainda não filiados se filiaram ao SITRAEMG, para que o Sindicato se fortaleça e tenha os recursos necessários para liderar as lutas da categoria, como ocorre neste momento.
Nestor Santiago, da Justiça Federal, afirmou que os servidores do Judiciário têm o pior patrão do mundo. “Quem julga as nossas causas? São os juízes, os nossos patrões”, explicou. Referindo-se à presença de servidores de várias cidades do interior no ato, Carlos Nazareno (Cabeça), do TRT de Contagem, afirmou que a manifestação estava mais se parecendo mais a uma “festa no interior”. Na sua avaliação, agora é que a greve está “esquentando”. Ele pediu a todos que procurem os deputados e senadores que tiverem oportunidade se aproximar, conversem com eles sobre o projeto e peçam que intercedam pela categoria em favor da sanção do PLC 28/15, ou, caso haja o veto, votem no Congresso Nacional pela derrubada do veto.
Apoio da Conlutas
Durante o ato, o coordenador do Sindicato Célio Izidoro leu nota divulgada pela CSP Conlutas, central sindical, manifestando apoio à luta pela reposição salarial e à greve da categoria.
Departamento de Saúde e Assédio Moral
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O psicólogo Arthur Lobato, Departamento de Saúde e
Assédio Moral do SITRAEMG

Ainda durante o ato, o psicólogo Arthur Lobato, que está à frente do Departamento de Saúde e Assédio Moral do Sindicato, falou sobre esse setor recém-criado e orientou os servidores filiados a usufruírem dos benefícios oferecidos. “As relações no trabalho têm tudo a ver com o ‘adoecer’ do trabalhador”, disse, esclarecendo que gestão autoritária, além do fato de trabalhar sem receber horas extras ou reajustes, podem ser alguns dos fatores desencadeadores de doenças entre os servidores.
Ele informou que o departamento será mais amplamente divulgado ao longo dos próximos atos públicos e depois do movimento grevista. No entanto, os filiados que tiverem alguma denúncia de assédio moral pode encaminhá-la à comissão de saúde e assédio moral, pelo e-mail denuncia.assedio@sitraemg.org.br. A comissão é composta pelo próprio Arthur Lobato, a coordenadora Vilma Lourenço e outros filiados.
De olho no calendário
O calendário da greve em Minas aprovado pela categoria na AGE da última quinta-feira, 2 de julho, prevê a realização de novo ato público nesta terça-feira, 7/6, às 12 horas, em frente ao prédio do TRT da Avenida Getúlio Vargas, 225, BH; e ato público e AGE na quarta-feira, 8/7, a partir das 12 horas, em frente ao prédio da Avenida Álvares Cabral, 1.741, bairro Santo Agostinho, também em BH.
Mais fotos do ato
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Departamento de Saúde e Combate ao Assédio Moral do Sitraemg. 
Denúncias de assédio moral pelo 
e-mail: denuncia.assedio@sitraemg.org.br.





quinta-feira, 25 de junho de 2015

ATENÇÃO!



ÚLTIMA DATA PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS: 

06 DE JULHO DE 2015.


Aproveite esta oportunidade para compartilhar seus conhecimentos e relatar suas experiências acerca do assédio moral no ambiente de trabalho.
O III Congreso Iberoamericano sobre Acoso Laboral e Institucional & IV Seminário Catarinense de Prevenção ao Assédio Moral no Trabalho será realizado nos dias 8 à 11 de Outubro em Florianópolis, Santa Catarina.
Estão abertas as inscrições gratuitas:http://iberoacosolaboral2015.ufsc.br/inscricao/
Qualquer dúvida, entrar em contato com: iberoacosolaboral2015@gmail.com

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Planejamento Estratégico do TJMG 2015-2020

16/06/2015 - 18:00

Publicado em: 
http://www.sinjus.com.br
 *Arthur Lobato 
Vivemos em uma sociedade informatizada em que o controle de dados é cada vez mais rápido devido aos avanços da informática. No entanto, a transparência e divulgação de dados não é uma realidade na sociedade brasileira.
No mundo do trabalho, demissões são efetivadas a partir de comentários em redes sociais, o que demonstra uma vigilância da vida privada, um controle excessivo sobre o que pensa e sente o trabalhador. A demissão é a marca deste “vigiar e punir”. Parece que a transparência dos dados que circulam na internet só é divulgada quando há a intenção de prejudicar o trabalhador.
 
Da mesma forma, quando se faz um planejamento estratégico, com metas, produtividade, avaliação de desempenho somente dos subordinados e não das chefias, além de não haver participação dos trabalhadores neste planejamento, tampouco participação da entidade sindical representativa. Mais uma vez aquele que executa o trabalho não participa de decisões que vão influir diretamente em sua atividade laboral, e, só fica sabendo quando as decisões já foram tomadas e publicadas.
 
Analisando o Painel do Planejamento Estratégico, (clique aqui) e o Glossário dos Macro desafios do TJMG 2015-2020 (clique aqui), é necessário fazer uma análise crítica para reflexão destes documentos.
 
Atualmente, duas grandes modificações na organização do trabalho do TJMG estão sendo efetuadas: a implementação do Processo judicial eletrônico, o aumento da jornada de seis para oito horas, os quais terão impactos diretos sobre a saúde do servidor. Por outro lado, pesquisas internas da instituição revelam o alto índice de absenteísmo, principalmente por causa de transtornos mentais e distúrbios osteomusculares. O sofrimento mental pode estar ligado ao aumento da carga de trabalho e da intensidade do ritmo de trabalho, autoritarismo das chefias, assédio moral, entre outros fatores. Já os distúrbios osteomusculares podem estar ligados à ausência de ergonomia, (mesas e cadeiras adequadas a cada indivíduo, pausas na digitação, etc.), ou seja, a atual realidade do trabalho no TJMG é produzir mais em menos tempo, sob pressão e vigilância, e, principalmente: SEM ERRAR.
 
Se a atual organização do trabalho gera este índice de adoecimento, o adoecer pode ser maior, pois não entram nas estatísticas, aqueles servidores adoecidos que trabalham mesmo com atestado médico no bolso (presenteismo), com medo de revelar fraqueza, pois o trabalho é símbolo de virilidade e o adoecer de fraqueza. Assim, a tendência é de que o aumento da jornada e a implantação do PJE, aumente o índice de absenteísmo.
 
Portanto, localizamos a principal contradição do Planejamento estratégico: não escutar os trabalhadores para focar as melhorias das condições de trabalho, como por exemplo adaptar à nova realidade do trabalho (PJE) com a ergonomia e os impactos sobre o corpo/mente/emoções de quem trabalha, fixar um percentual de metas e produtividade de acordo com a possibilidade de executá-la com o número de servidores existentes, em vez de estipular METAS INACESSIVEIS.
 
Os estudiosos do trabalho no mundo globalizado, apontam que a falta de reconhecimento do trabalho executado, a não valorização das ideias dos trabalhadores, causam desmotivação, apatia e consequentemente queda de produtividade. Some-se a isso, a luta sindical em prol dos direitos dos servidores, como a data base, reajustes salariais, promoção vertical, impedir descontos dos dias parados da greve de 2011, que revelam uma verdadeira luta de classes entre a direção da Instituição e os servidores.
 
Com o provável aumento do absenteísmo e consequente diminuição do quadro de servidores, como cumprir a metas contidas no Anexo II do Planejamento estratégico 2015. (clique aqui).
 
Os processo internos, sob a perspectiva “Sociedade”, na realidade terão mais impacto sobre o ritmo e intensidade da carga de trabalho, como revelam algumas metas em destaque:
 
* Identificar e julgar até 31/12/2015, pelo menos, 70% das ações de improbidade administrativa e das ações penais relacionadas a crimes contra a administração pública, distribuídas até 31/12/2012 (Meta 4 do CNJ).
 
* Julgar quantidade maior de processos de conhecimento do que os distribuídos no ano corrente (Meta 1 do CNJ).
 
* Identificar e julgar até 31/12/2015, pelo menos, 80% dos processos distribuídos até 31/12/2011, no 1º grau, e até 31/12/2012, no 2º grau, e 100% dos processos distribuídos até 31/12/2012, nos Juizados Especiais e nas Turmas Recursais Estaduais (Meta 2 do CNJ).
 
* Identificar e julgar, até 31/12/2015, as ações coletivas distribuídasaté 31/12/2013 no 2º grau (Meta 6 do CNJ).
* Julgar os processos em até 90 dias (2º Grau).
 
* Implantar o PJe nas 22 Comarcas de Entrância Especial na competência cível.
 
* Aumentar o número de acordos dos CEJUS em 10% em relação às sentenças homologatórias proferidas nas unidades jurisdicionais correlatas (Meta 3 do CNJ).
 
* identificar e monitorar 100% do acervo dos processos dos maiores litigantes e dos recursos repetitivos no 2º Grau (Meta 7 do CNJ).
 
* Reduzir para 86% a taxa de congestionamento dos processos relativos às ações de execução fiscal municipal;
 
* Reduzir para 86% a taxa de congestionamento dos processos relativos às ações de execução cível;
 
* Reduzir em 50% o número de processos criminais com sentença de prescrição da pretensão punitiva (não retroativa).
 
O percentual de metas fixados parece absurdo diante da realidade descrita neste artigo.
Cabe as perguntas:
 
* Como fazer para cumprir estas metas?
* Quais os impactos sobre a saúde do servidor?
* Existe pessoal suficiente para que este trabalho seja realizado?
* Que fator motivacional terão os servidores e servidoras para execução destas metas?
* Qual critério usado como índice de metas/produtividade, que são altíssimos? Ex 70%, 80%, 86%, 100%.
Servidor e servidora analise os documentos do Planejamento estratégico do TJMG e envie sua avaliação, para que possamos fazer uma discussão mais profunda em uma roda de conversa, uma das metodologias do Núcleo de Saúde Sindical do Sinjus MG.
 
Envie sua contribuição para o Sinjus-MG.
 
 

terça-feira, 16 de junho de 2015

Metade dos brasileiros já sofreu assédio no trabalho, aponta pesquisa



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Thinkstock
Pesquisa indica que assédio é comum em empresas brasileiras, mas apenas uma minoria o denuncia
Mariana teve um fax esfregado em seu rosto pela chefe. Adriana foi chamada várias vezes à sala do gerente para que ele falasse de "seus sentimentos" para ela. Luiza resistiu às investidas do supervisor e ouviu que ele "poderia acabar com sua carreira". Marcela foi apalpada pelo dono do bar onde trabalhava. Gustavo recorreu ao psiquiatra por causa da pressão excessiva de seu gerente.
Ao buscar relatos de profissionais que tenham sofrido assédio no trabalho, a reportagem ouviu uma dezena de pessoas sempre sob a condição de que seu nome e da empresa não fossem revelados. A quantidade e velocidade com que os depoimentos surgiram indicam que este é um problema comum no mercado brasileiro, como aponta uma pesquisa feita pelo site Vagas.com e publicada com exclusividade pela BBC Brasil.
Dos 4.975 profissionais de todas as regiões do país ouvidos no fim de maio, 52% disseram ter sido vítimas de assédio sexual ou moral. E, entre quem não passou por esta situação, 34% já presenciaram algum episódio de abuso.
"Sofri assédio em diversas empresas", diz Mariana, de 30 anos. A primeira foi quando era estagiária. Até hoje, Mariana lembra de como a chefe ficou furiosa quando ela não encontrou o fax que estava caído atrás de uma mesa. Mariana diz que este episódio foi apenas um de uma série. "Ela me tratava muito mal durante toda a semana e, na sexta-feira, me dava um presente para compensar."
Em outro emprego, ela e os colegas tinham de lidar com os frequentes gritos do acionista da empresa: "Viu quanta formiga tem no chão? É de tanto doce que você está fazendo!". Também era comum ouvir pelo telefone que ela tinha 30 segundos para descobrir o que estava ruim em seus relatórios, seguido por uma contagem regressiva: "30, 29, 28...".
No caso mais recente, Mariana trabalhava em uma grande empresa farmacêutica, sob um executivo conhecido por pressionar sua equipe e, assim, conseguir bons resultados. "Ouvi de um colega: 'Não posso mais te elogiar. Seu chefe não gosta. Diz que você vai virar estrela'." Ela conta que saía de reuniões chorando "ao menos uma vez por semana". Tinha sua performance elogiada na avaliação anual, mas recebia do chefe um péssimo retorno em particular. "Ele era inteligente. Não fazia nada em público. Preferia me minar e me diminuir psicologicamente."
Após quatro anos e fazendo terapia por causa do trabalho, Mariana decidiu mudar de emprego. "Quando ia trabalhar, tinha dor de estômago e ânsia de vômito. Pensei em virar dona de casa para não passar mais por isso. Tenho medo dele até hoje. No tempo que trabalhei para ele, a equipe toda mudou. Só ele ficou."

'Você precisa saber de meus sentimentos'

O Vagas.com enviou o questionário para 70 mil profissionais de sua base de dados, escolhidos entre os que tinham atualizado seu currículo nos seis meses anteriores e tinham ao menos um emprego em seu histórico.
O assédio moral foi definido como "ser motivo de piadas e chacotas, ofensas, agressões verbais ou gritos constantes, gerando humilhação ou constrangimento individual ou coletivo", enquanto o assédio sexual trazia como definição "receber investidas com tom sexual - cantadas, olhares abusivos, propostas indecorosas".
Nos resultados, o assédio moral foi identificado como o tipo de abuso mais comum, apontado por 47,3% dos profissionais que responderam a pesquisa, enquanto 9,7% disseram ter sofrido assédio sexual. Entre os entrevistados, 48% disseram não ter sofrido assédio. Alguns entrevistados declararam ter sofrido os dois tipos de assédio.
Mas os resultados mostram que, enquanto o assédio moral foi relatado em proporções semelhantes por homens (48%) e mulheres (52%), o sexual é quatro vezes mais comum entre elas: 80% das pessoas que disseram ter sido vítimas de abuso são do sexo feminino.
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Adriana, de 32 anos, foi pega de surpresa pelo assédio sexual, após trabalhar por dez anos para o mesmo chefe, a quem considerava um mentor, na área de tecnologia de uma grande empresa do setor de petróleo e combustível. "Preciso falar dos meus sentimentos por você", disse ele ao chamá-la em sua sala. Segundo Adriana, foi apenas a primeira vez.
"Ele continuou mesmo eu deixando claro que não tinha interesse. Ele me chamava, e eu não tinha como negar, porque poderia ser sobre trabalho. Mas, quando eu chegava, ele fechava a porta e falava que queria me comprar uma joia, me levar para almoçar", diz Adriana, que diz ter suportado a situação por dois anos. "Chorava muito de raiva. Fui para a terapia, fazia massagem, tomava floral, tudo para me acalmar. Chegou a um ponto em que me via fugindo dele. Só acabou quando ele se aposentou."
No entanto, assim como 87,5% das vítimas ouvidas pela pesquisa, Adriana não denunciou seu assediador. "Tinha medo. Não possuía provas, e ele era responsável por me promover ou me mandar embora. Também não confiava no RH. Havia muitos casos de assédio na empresa. E, quando foram denunciados, o RH disse que não podia fazer nada. E a vida da pessoa virou um inferno."
Adriana ainda ficou mais dois anos na empresa após a aposentadoria do chefe. Acabou se desligando e mudando de profissão. Hoje, é terapeuta corporal. "Não queria mais ter chefe."
Entre os receios mais comuns entre as vítimas de assédio que não o denunciaram, estão perder o emprego (39%) e sofrer represália (31,6%). Não se trata de um medo infundado, pois, entre os que denunciaram, 20,1% afirmaram terem sido demitidos e 17,6% disseram ter sofrido algum tipo de perseguição.

Exceção

Neste contexto, Gustavo foi exceção. Ele diz que, após quase um ano sendo "perseguido" por seu supervisor, decidiu abrir um processo contra a multinacional do setor aéreo para a qual trabalhou por quatro anos.
Gustavo conta que o comportamento de seu gerente mudou depois de ele levar ao setor de RH da sede da companhia, nos Estados Unidos, sua insatisfação com o plano de carreira da subsidiária brasileira. "Quando ele descobriu, passou a querer minha cabeça", diz Gustavo.
"Começou a me chamar com frequência na sua sala para explicar pequenos atrasos e horas extras, algo que nunca tinha feito. Como todos os funcionários trabalhavam numa mesma sala, as pessoas começaram me perguntar o que estava acontecendo. Algumas até se afastaram de mim para não virarem um alvo também."
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Assédio sexual é mais comum entre mulheres, mas 20% dos homens disseram ter sofrido este abuso
Gustavo diz que seu chefe também passou a sobrecarregá-lo de trabalho ou encarregá-lo de tarefas que ele não sentia ser capaz de cumprir com a qualidade esperada, como abrir uma nova área da empresa. "Quando o questionei sobre isso, ele me disse ironicamente: 'Mas você não queria crescer profissionalmente?'", diz Gustavo. "Passei a ter problemas de saúde e a beber bastante. Fui medicado por um psiquiatra, porque não conseguia mais dormir direito."
Em agosto do ano passado, Gustavo decidiu deixar a companhia e abrir um processo contra ela. A primeira audiência será em novembro. "Soube que meu ex-chefe foi afastado por um mês e depois voltou completamente mudado."
É um desfecho bastante comum nos casos de assédio que são denunciados, segundo o estudo da Vagas.com: 74,6% dos profissionais que denunciaram o abuso disseram que o assediador permaneceu na empresa.

Problema comum

Para os organizadores do estudo, o alto índice de respostas mostra que este é um assunto urgente no mercado profissional brasileiro. Dos 70 mil questionários enviados para os cadastros no site, 7% participaram, bem acima da média de 0,5% registrada em outras pesquisas. Destes, 98% responderam a todas as perguntas.
"Isso mostra que muitas pessoas são impactadas pelo assédio no trabalho ou têm algo para contar", diz Sylvia Fernandez, que coordenou a realização do pesquisa. "Infelizmente, é um problema bastante comum. Os profissionais querem que isso seja debatido e que haja consequências, mas ainda predomina a sensação de impunidade."
José Carlos Wahle, sócio da área trabalhista do Veirano Advogados, enxerga uma melhora nesta questão no mercado brasileiro nos últimos anos, devido à maior presença de multinacionais no país e à internacionalização de companhias brasileiras.
"Esta maior presença de grandes empresas, que têm ações em bolsa e prezam por sua imagem, levou a uma maior adoção de bons valores corporativos e um aumento do número de companhias que determinam padrões de conduta e orientam seus funcionários quanto a este tipo de comportamento", afirma Wahle.
"Também há uma maior percepção por parte dos funcionários em relação a seus direitos. Antes, havia problemas mais urgentes, como o trabalho escravo. Hoje, nosso mercado está mais maduro, o que nos permite discutir o assédio. Isso não quer dizer que é algo raro nem que está perto de acabar. Vem melhorando, mas ainda há um abismo entre a realidade e como deveria ser."

Publicado em: http://www.bbc.com/

domingo, 14 de junho de 2015

Projeto define oito tipos de bullying que devem ser evitados na escola

Projeto aprovado no Senado e em discussão na Câmara dos Deputados cria o Programa de Combate à Intimidação Sistemática. A proposta define oito tipos de bullying que devem ser evitados no ambiente escolar. O objetivo do programa não é punir, mas criar uma cultura de paz nas escolas. Veja no vídeo de animação, produzido pela Agência Senado, o que poderá ser considerado bullying.
 

Jornal da Cultura debate assédio moral

Transmitido ao vivo em 2 de jun de 2015

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Aumento de jornada, PJE e a saúde do servidor








Vivemos um momento perigoso no mundo do trabalho já que os direitos dos trabalhadores estão sendo cada vez mais atacados por uma política neoliberal. Um exemplo desta política é o PL 4330/2004, referente às terceirizações. Sabemos que mudanças podem ser feitas neste projeto, de forma que o serviço público também sofra as consequências deste modelo de relação de trabalho. 
Uma das características do neoliberalismo, segundo a escritora canadense Naomi Klein, é o estado mínimo, “uma das obsessões da escola de Chicago”. Para o economista norte-americano Milton Friedman, o maior representante intelectual do neoliberalismo, o estado deve diminuir cada vez mais sua intervenção na economia, e diminuir substancialmente o número de servidores públicos, para “enxugar” a máquina estatal. Friedman desenvolveu seu projeto neoliberal com apoio da ditadura de Pinochet, no Chile, orientou Regan e Thatcher, desmantelando o estado do bem estar social,  esteve na Rússia após o colapso do regime comunista, quando surgiram os grandes capitalistas russos, e também assessorou os chineses, hoje uma nação capitalista comandada pelo partido, que se mantém no poder há décadas. Enfim, o neoliberalismo é uma realidade global. 
Enquanto  os movimentos de trabalhadores lutam há anos pela redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, em uma decisão autoritária, com o apoio da corte de desembargadores, o TJMG, representado por seu presidente aumentou a jornada dos servidores de 6 para 8 horas, decisão aprovada por unanimidade.
Os protestos dos sindicatos foram em vão, e em manifestações públicas, até mesmo ameaças de prisão foram feitas a dirigente sindicais, caracterizando o autoritarismo da atual gestão do TJMG, onde a inexistência de diálogo agrava cada vez mais as condições de trabalho e saúde dos servidores.
O SINJUS-MG orienta os servidores a não aceitar esta proposta. Por outro lado, os servidores estão sendo pressionados a aceitar a nova jornada. Assim, é possível que oassédio moral institucional seja um modo de se conseguir a adesão dos trabalhadores, o que pode causar um conflito psíquico, pois quem fez a opção pelo serviço público conta com as vantagens da estabilidade e da jornada de 6 horas de forma que possa ter um tempo livre para estudos, lazer e família. Caso ocorra coerção, pressão para aceitar a jornada de 8 horas, reaja, procure o sindicato, denuncie!
Os estudos de absenteísmo realizados pelo TJMG já apresentam um alto índice de afastamentos para uma jornada de 6 horas, mas, além do aumento da jornada, outras mudanças na organização do trabalho estão em andamento, como o PJE (Processo Judicial Eletrônico)
Novas tecnologias e o PJE
A implantação de um nova metodologia de trabalho através do Processo Judicial Eletrônico, além de intensificar o ritmo de trabalho, leva a uma preocupação, pois, estudos realizados em tribunais onde foi implantado o PJE, constataram aumento de uma série de doenças laborais, pelo uso excessivo do computador, como indicam os dados de pesquisa realizada pelo médico Rogério Dornelles e sua equipe no Sintrajufe/RS, com os servidores do Judiciário Federal do Rio Grande do Sul, no período de setembro de 2011 a janeiro de 2012.  O resultado demonstra que, quanto maior o tempo de exposição ao processo no meio eletrônico (e-PROC, no caso da pesquisa), piores são os indicadores de saúde, seja físico ou mental. Os principais sintomas são aumento da dor, ardência e ressecamento dos olhos, visão embaralhada, desfocada e cansaço. Aumento das dores no pescoço, costas, ombro e pernas e aumento em 32% dos transtornos psíquicos. Os pesquisadores ressaltam a falta de planejamento para esta nova metodologia, a  ausência de ergonomia adequada, e tampouco foi elaborado  pela instituição um “plano de prevenção ao adoecimento gerado pela intensificação do trabalho".
Uma das metas do Núcleo de Saúde do Servidor é a elaboração de uma cartilha preventiva sobre a relação saúde/adoecer do servidor e o PJE. Breve faremos reuniões onde a participação dos servidores e servidoras será essencial para se debater esses e outros temas como o home office, a ser abordado no próximo artigo.


Publicado em: http://www.sinjus.com.br/