quinta-feira, 6 de junho de 2019

SERJUSMIG vai à Corregedoria solicitar aperfeiçoamento do treinamento e do suporte no PJe


Você sabia que para participar do Projeto Experimental do teletrabalho é necessário iniciar o processo no SEI?

O teletrabalho é a atividade desenvolvida por servidores do Poder Judiciário, em local diverso daquele estabelecido pela administração, para a realização do trabalho presencial atribuído à unidade de lotação. 
Unidades interessadas em aderir ao Projeto Experimental de Teletrabalho
  • Iniciar o processo do tipo: INCLUSÃO AO PROJETO EXPERIMENTAL DE TELETRABALHO
  • Inserir os seguintes documentos:
  1. 1. Termo de Adesão/Inclusão ao Projeto Experimental de Teletrabalho
  2. 2. Termo de Adesão de unidade Judiciária/Administrativa ao Projeto Experimental de Teletrabalho
  3. 3. Termo de Inclusão de Servidor ao Projeto Experimental de Teletrabalho o Termo de Inclusão de servidor ao projeto experimental de teletrabalho – majoração de 50%
Consulte, no SEI, a Base de Conhecimento de cada um desses tipos de processos, para conhecer melhor o fluxo do Projeto e, em caso de dúvidas, entre em contato através do e-mail suportesei@tjmg.jus.br.
De acordo com informações do TJMG, ainda não foi definida a data de realização da 10ª Turma do curso de Teletrabalho.  A expectativa é que esta seja realizada no início de julho. Assim que a data for definida, haverá convocação de servidores indicados para participar da 10ª turma. O Cofint aguarda ainda o envio da lista de participantes.
Fonte: TJMG

Servidor público pode ter salário cortado com aval do STF

Rio - O funcionalismo de todo o país foca suas atenções, nesta semana, para o Supremo Tribunal Federal (STF). O plenário da Corte decidirá nesta quinta-feira se a União, os estados e os municípios poderão reduzir a jornada e o salário de servidores públicos em cenário de crise financeira. Essa é a pauta prioritária de diversos governadores e secretários de Fazenda de estados que estão com os gastos com pessoal acima do permitido — eles inclusive enviaram carta aos ministros do STF pedindo que deem aval à medida. 
No caso do Estado do Rio, o corte das remunerações está fora dos planos do atual governo, como o chefe da Fazenda fluminense, Luiz Cláudio Carvalho, já informou à Coluna em entrevista publicada em 14 de abril. Ele não assinou o documento enviado ao Supremo. E, além disso, para qualquer governo lançar mão dessa medida é preciso que esteja fora dos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). E o Rio já está enquadrado na lei.
Mas se essa iniciativa for autorizada pelo Judiciário, o Executivo do Rio não está livre de adotá-la futuramente se voltar a estourar o teto de despesas com salários previsto na LRF.

O tema será então analisado pelos ministros do Supremo na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 2338 — movida em 2001 pelo PT, PCdoB e PSB —, que questiona alguns artigos da LRF. Um desses dispositivos é justamente o que prevê "a redução de jornada com a consequente adequação de vencimentos quando as despesas salariais estouram o teto da Lei de Responsabilidade Fiscal". Esse artigo foi suspenso, na época, por liminar do próprio Supremo.

Duodécimos na pauta
Também ficou vetado, por liminar da Corte, o dispositivo da LRF que permite o chefe do Executivo (seja da União, estados ou municípios) a limitar os valores financeiros dos outros Poderes (Judiciário e Legislativo) quando houver frustração de receita em relação à estimada no início do ano. E esse tema também entrará na pauta do plenário da Corte, junto com a redução de salários.

O assunto movimentou representantes do Judiciário e do Ministério Público — órgão que também recebe duodécimo —, que circularam pelos gabinetes dos ministros do Supremo na tentativa de convencê-los a não liberar esse instrumento.

Costura por apoio
O governo federal vem costurando o apoio da maioria dos ministros ao corte salarial de funcionários públicos. Como a Coluna informou na edição da última quinta-feira, governistas inclusive acreditam que o aval da Corte já está encaminhado. E o advogado-geral da União, ministro André Luiz Mendonça, também fez essa sinalização em entrevista publicada na quarta-feira no site 'Poder 360'.
Economia de mais de R$ 80 bi

A Advocacia-Geral da União tem atuado de forma contundente nesse e em outros processos que também discutem a LRF. A AGU apresentou, na ação, cálculos elaborados pelo Tesouro Nacional. E defende que, se o Supremo permitir a redução salarial, haverá uma economia de cerca de R$ 38,8 bilhões nos estados em crise. E, se todos os entes adotarem a medida, o valor economizado seria de R$ 80,4 bilhões.
Paloma Savedra /  Foto: Carlos Moura/SCO/STF
Fonte: O Dia

Novas regras para concurso público federal entram em vigor


Entraram em vigor neste final de semana as novas regras para concursos públicos, que estabelecem critérios mais rígidos para vagas no Poder Executivo Federal. As determinações são de decreto presidencial publicado em março no Diário Oficial da União, que estabelece "maior rigor na autorização de concurso público e na autorização de nomeação de aprovados".
Veja alguns pontos da nova regra:
os órgãos públicos deverão atender critérios mais específicos e rigorosos para justificar que precisam abrir concurso;
o concurso não terá prazo de validade maior que dois anos, salvo se houver previsão no edital;
antes de pedir abertura de concurso, órgão públicos deverão provar que tentaram outras medidas para preenchimento de vagas, como remanejamento de pessoal.
"Os entes públicos interessados vão precisar dar mais elementos para comprovar que, realmente, é necessário o concurso público e que não há como resolver o problema com a realocação de mão de obra já disponível na administração pública federal ou com mão de obra terceirizada", afirmou o governo no decreto.
Além disso, a nova regra também concede mais autonomia aos ministros e aos titulares de autarquias e fundações para, "dentro de certos parâmetros, organizarem administrativamente suas unidades". Essa medida busca dar liberdade para os órgãos remanejarem com mais liberdade as vagas e cargos dentro de sua estrutura.
"Ministros de Estado e titulares de entidades ficam menos dependentes de decreto presidencial para questões triviais de organização administrativa", explicou o governo.
A decisão de disciplinar com mais rigor a abertura de novas vagas, por meio de concursos públicos, veio após a extinção de 21 mil cargos, funções e gratificações. Com a medida, o governo pretende economizar R$ 195 milhões por ano (0,05% do que o governo estima que vai gastar com servidores em 2019, R$ 326 bilhões).
Prazo do concurso
Pelas regras anteriores, os concursos públicos valiam pelo prazo de dois anos prorrogáveis por mais dois anos. Com a mudança, não haverá mais prorrogação, a não ser que o edital preveja essa possibilidade.
Os órgãos públicos também podiam nomear os candidatos previstos no edital e, se o Ministério da Economia autorizasse, 50% além do ofertado no edital. As novas regras estabelecem que esse percentual será diminuído para 25% além do ofertado no edital.
Critérios para novos concursos
De acordo com a regra, os ministérios, fundações e autarquias deverão apresentar 14 pontos no pedido de abertura de novas vagas. Entre esses pontos, estão:
  • o perfil necessário aos candidatos para o desempenho das atividades do cargo;
  • a descrição do processo de trabalho a ser desenvolvido pela força de trabalho pretendida e o impacto dessa força de trabalho no desempenho das atividades finalísticas do órgão ou da entidade;
  • a base de dados cadastral atualizada do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal - SIPEC e o número de vagas disponíveis em cada cargo público;
  • a evolução do quadro de pessoal nos últimos cinco anos, com movimentações, ingressos, desligamentos e aposentadorias e a estimativa de aposentadorias, por cargo, para os próximos cinco anos;
  • demonstração de que os serviços que justificam a realização do concurso público não podem ser prestados por meio da execução indireta.
Comprovação de medidas de 'eficiência de gestão'
Informações da área econômica do governo Bolsonaro dão conta de que o formato anterior para pedido de concursos públicos se baseava, principalmente, na demanda apresentada pelos ministérios, fundações e autarquias com base no quantitativo de cargos vagos.
O novo sistema buscará aprofundar essa análise.
Antes de pedir cargos, os órgãos públicos terão de demostrar que já adotaram algumas medidas de "eficiência de gestão", como digitalização de serviços e requisição de servidores de outros órgãos (remanejamento) - para que haja uma "melhor alocação dos quadros já instituídos".
Além disso, conforme as regras publicadas no decreto presidencial, terão de comprovar, com mais detalhes, a real necessidade de novos servidores. A partir de agora, de acordo com informações do Ministério da Economia, a abertura de novas vagas tende a ser menor, e destinada a "atividades finalísticas", que são as atividades típicas de cada órgão.
Concursos restritos nos últimos anos
Na prática, a abertura de novas vagas no governo federal já vinha sendo limitada nos últimos anos diante das dificuldades nas contas públicas - que vem registrando rombos bilionários desde 2014.
No ano passado, por exemplo, o déficit primário foi de R$ 120 bilhões nas contas do governo e, para 2019, a meta é de um rombo de até R$ 139 bilhões. Para cumprir esse objetivo, o governo anunciou recentemente um bloqueio de cerca de R$ 30 bilhões em gastos no orçamento federal - que pode afetar os serviços oferecidos para a população.
O orçamento deste ano, encaminhado em agosto do ano passado ao Congresso Nacional pelo governo do presidente Temer, já não previa a realização de novos concursos.
De acordo com informações divulgadas naquele momento, a proposta previa somente os concursos já autorizados. São eles: Polícia Rodoviária Federal (PRF); Polícia Federal (PF); Agência Brasileira de Inteligência (Abin); Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan); e professores para universidades.
Fonte: G1

terça-feira, 4 de junho de 2019

SITRAEMG reivindica à Fenajufe realização de debate nacional sobre a Resolução 219, do CNJ

Discussão sobre o tema é uma recomendação do próprio 10º Congresso Nacional da Federação.

O SITRAEMG, por meio de sua Diretoria Executiva, encaminhou à Fenajufe ofício solicitando que aquela entidade realize um Encontro Nacional em Defesa da Justiça do Trabalho. Esse encontro, pleiteia Sindicato, teria o objetivo de discutir, debater e encaminhar proposições relacionadas, sobretudo, à Resolução 219/2016, “considerando-se os impactos de sua aplicação nas áreas jurídicas e administrativas; os efeitos danosos, em curso e médio prazos, decorrentes de sua aplicação; bem como outras pautas específicas ou de interesse da categoria”.
Ainda no ofício, o SITRAEMG argumenta: “Importante salientar que a Resolução 219/2016 requer ampla discussão e participação dos servidores, tendo em vista que, do contrário, os impactos oriundos poderão trazer grandes consequências para a Justiça do Trabalho, servidores e cidadãos que dela dependem. Além disso, trata de Resolução advinda das próprias administrações, logo imprescindível que os servidores participem ativamente, com direito a voz e voto se for o caso, a fim de que as proposições e soluções vão ao encontro dos interesses e necessidades reais dos servidores para o bom desempenho de suas atividades perante a essa Justiça e para a sociedade”.

Estragos nos tribunais

A Resolução 219, editada em 26/04/2016, pelo Conselho Nacional de Justiça, dispõe sobre a distribuição de servidores, de cargos em comissão e de funções de confiança nos órgãos do Poder Judiciário de primeiro e segundo graus.  Em seu artigo 22, e parágrafo 1º, determinava: “Art. 22. As carreiras dos servidores de cada Tribunal de Justiça devem ser únicas, sem distinção entre cargos efetivos, cargos em comissão e funções de confiança de primeiro e de segundo graus. § 1º Os tribunais em que a lei local confira a distinção prevista no caput devem encaminhar projeto de lei, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, com vistas à unificação das carreiras. que “os tribunais em que a lei local confira a distinção prevista no caput devem encaminhar projeto de lei, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, com vistas à unificação das carreiras.”.
No TRT da 3ª Região, a medida foi implementada através de resolução aprovada pelo pleno do Tribunal em 19/06/2017, apesar dos protestos e tentativas contrárias manifestados pelo SITRAEMG, em mobilização junto com os servidores do órgão. No TER/MG, acabou sendo implementada, de certa forma, através da Resolução 1039/2017, aprovada pela Corte do Tribunal em 17 de agosto de 2017. A Resolução implantou o rezoneamento, que consistiu na extinção 45 zonas eleitorais de Minas, das 351 atualmente existentes (ao todo, dos 853 municípios de Minas, 139 passaram a integrar novas zonas eleitorais).
Diante dos estragos deixados sobretudo na Justiça do Trabalho, delegados de todos os estados e Distrito Federal presentes no 10º Congrejufe (Congresso Nacional da Fenajufe), realizado de 27 de abril ao dia 1º deste mês de maio, em Águas de Lindoia (SP), aprovaram, por ampla maioria uma das propostas do Plano de Lutas indicando a necessidade de a Federação liderar uma luta nacional em defesa da Justiça do Trabalho e contra a Resolução 219, do CNJ.

CJF aprova criação do TRF de Minas Gerais

Proposta, que é defendida há anos pelo SITRAEMG, ainda terá que passar pelo STJ e, em seguida, por apreciação do Congresso Nacional.
Na sessão ordinária dessa segunda-feira (20 de maio), realizada em Brasília (DF), o Colegiado do Conselho da Justiça Federal (CJF) aprovou a criação do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6), em Minas Gerais. A proposta será remetida ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para que, posteriormente, submeta o anteprojeto ao Congresso Nacional.
A nova unidade da Justiça Federal funcionará na cidade de Belo Horizonte. O TRF6 é proveniente do desmembramento do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), com sede no Distrito Federal. Segundo estatísticas do próprio TRF1, cerca de 35% dos processos analisados na Corte são originários do estado mineiro. A composição prevista para o novo TRF será de 18 desembargadores federais.
De acordo com o relator do processo, presidente do CJF e do STJ, ministro João Otávio de Noronha, a criação do TRF6 é necessária para a modernização da Justiça Federal e melhor atendimento aos jurisdicionados. Segundo ele, o tribunal terá uma estrutura nova, compartilhando secretarias entre as unidades de 1º grau e fazendo a movimentação de servidores. “Nós estamos criando o TRF6 sem alteração no orçamento da Justiça Federal, aproveitando e redistribuindo recursos dentro do orçamento em vigor. Portanto, não terá nenhum aumento adicional ao erário, nem à União. Essa foi a nossa preocupação, pois sabemos que o momento é difícil e de contenção de gastos”, disse o ministro João Otávio de Noronha.
Noronha também parabenizou o Colegiado pelas deliberações necessárias ao aprimoramento da Justiça Federal e ressaltou que é necessário avaliar a efetividade e o entrosamento dos sistemas utilizados nos TRFs. “A partir da experiência de Minas, vai nascer um redesenho da Justiça Federal, onde a gente vai poder melhorar em termos de eficiência. Outro ponto que precisamos discutir é a integração de todos os tribunais em relação à Tecnologia da Informação. Temos que ter um modelo padrão na Justiça Federal, e vamos somar as energias para que isso ocorra”, pontuou o ministro.
Após os esclarecimentos pertinentes, o presidente do CJF suspendeu temporariamente a sessão. O julgamento será retomado, por meio de videoconferência, na próxima terça-feira, dia 28 de maio, com a deliberação a respeito da minuta que será apresentada ao STJ. Processo nº 0003737-30.2019.4.90.8000 (Fonte: CJF)
Histórico
A criação de novos TRFs está na pauta nacional há alguns anos. Em junho de 2013, foi aprovada uma emenda constitucional (EC 73) para criar quatro tribunais federais. A 6ª região teria sede em Curitiba, a 7ª, em Belo Horizonte, a 8ª, em Salvador, e a 9ª, em Manaus.
Com isso, toda a configuração da Justiça Federal seria redesenhada e os processos, redistribuídos. Seria uma medida para reajustar a Justiça Federal às questões regionais, já que alguns estados tiveram grande crescimento econômico e populacional e outros, não.
Mas a medida nunca se concretizou. Pouco mais de um mês depois da promulgação da emenda, o ministro Joaquim Barbosa, então presidente do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a criação dos tribunais. Para o ministro, havia indícios de vício de iniciativa, já que a emenda teve iniciativa parlamentar e só o Supremo pode propor ao Congresso mudanças na administração da Justiça.
A ação que motivou a suspensão dos TRFs é de relatoria do ministro Luiz Fux. Ela ficou cinco anos parada, mas foi liberada para julgamento em 2018. A Associação de Juízes Federais (Ajufe) já pediu a revogação da liminar. (Fonte: Conjur, com informações da Assessoria de Imprensa do CJF).
SITRAEMG sempre presente nessa luta
O SITRAEMG, liderado por suas sucessivas diretorias, sempre esteve presente na luta pela criação do Tribunal Regional Federal de Minas, por entender que o estado, com tantos processos aqui movimentados em lides do âmbito da Justiça Federal, não podia continuar pertencendo a um mesmo tribunal que congregava  (e continua a congregar) 13 estados mais o Distrito Federal.
A mobilização nesse sentido começou ainda quando as discussões a respeito se iniciaram, e se intensificou quando o ex-senador mineiro (Arlindo Porto, do PTB) apresentou a proposta de criação de mais quatro TRFs, através da PEC 544/2002. Desde então, o Sindicato esteve em vários debates – atos públicos, audiências públicas – em defesa da criação do regional mineiro para a Justiça Federal e incluiu o tema em seus eventos, sem falar nas inúmeras vezes que esteve no Congresso Nacional articulando-se com deputados e senadores pleiteando a aprovação da referida PEC.
Veja o projeto de implantação do Tribunal Regional Federal de Minas Gerais por meio deste link.

Psicólogo fala sobre assédio moral no ambiente de trabalho em palestra no TRF1





No encerramento das atividades da II Semana de Saúde Ocupacional, no dia 31 de maio, o TRF 1ª Região realizou a palestra “Estratégias solidárias para enfrentamento do assédio moral”, ministrada pelo psicólogo Antônio Lima e voltada exclusivamente para gestores do Tribunal.
Em sua preleção, Antônio ressaltou a diferença entre conflito e violência. Ele explicou que é natural haver conflitos nas relações interpessoais, já que divergências são inerentes ao ambiente de trabalho, porém, deve-se prestar atenção para perceber quando o conflito deixa de ser democrático e se transforma em problema mal resolvido, gerando violência no ambiente.
Com o intuito de divulgar informações sobre a promoção de um ambiente saudável e ético, o palestrante tratou sobre a relação entre trabalho e identidade pessoal, as manifestações mais comuns de violência e assédio e as consequências dessa violência.
Ele destacou, ainda, estratégias de prevenção e enfrentamento, tais como a abertura de canais de acolhimento de denúncias, a criação de espaços públicos de discussão sobre o trabalho, as realizações de pesquisas sobre incidência de violência e a capacitação de profissionais da saúde e de gestão de pessoas para identificarem possíveis situações de violência.
A diretora do Núcleo de Colocação e Avaliação de Desempenho (Nucav), Maria de Jesus Mendes, participante da palestra, afirma que iniciativas como essa são importantes, pois se baseiam “primordialmente na informação, que é extremamente importante para a saúde dos trabalhadores e também para o sucesso da organização”.
Semana da Saúde Ocupacional – Durante quatro dias de evento, de 28 a 31 de maio, o corpo funcional do TRF1 contou com diversas atividades, como palestras, exames, aulões e massagens.
A segunda edição da Semana da Saúde Ocupacional teve como tema “Mente e Cérebro” e foi uma realização das Seções de Saúde Ocupacional (Sesao), de Promoção de Qualidade de Vida no Trabalho (Sevid) e da Divisão de Saúde Ocupacional (Disao), todas unidades integrantes da Secretaria de Bem-Estar Social (Secbe).
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Tribunal Regional Federal da 1ª Região

SERJUSMIG repudia ato de censura do Tribunal de Justiça de Tocantins

O SERJUSMIG manifesta sua solidariedade e apoio aos dirigentes sindicais do SinjusTO e aos servidores do Tribunal de Justiça do Tocantins, e adere à Nota de Repúdio publicada hoje pela Fenajud:
"A Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados (Fenajud), legítima representante de mais de 150 mil servidores em todo país, por meio de sua coordenação colegiada, vem a público repudiar à ação desesperada do Tribunal de Justiça do Estado de Tocantins direcionada ao presidente do Sinsjusto, sindicato da categoria local, Fabrício Ferreira. A entidade nacional tomou conhecimento na noite desta quarta-feira (29) de um boletim de ocorrência registrado pelo Tribunal por conta de faixas afixadas nos arredores do Fórum.
Alguns dos cartazes falavam sobre a URV dos Servidores e sobre a escassez de recursos do TJ. Como é de conhecimento de todos e todas, nos textos espalhados pelo ato constavam apenas a triste e real situação vivenciada pela categoria há anos.
Sendo assim, para a Fenajud o ato configura violação de direito de liberdade sindical e de direito à manifestação. Além de considerar a ação também um verdadeiro desrespeito à categoria – que teve coragem de expor a realidade nua e crua à sociedade e é asfixiada a cada dia por ações como esta.
A Fenajud lembra ao Tribunal que as frases foram expostas durante uma mobilização sindical, democrática e séria, por parte de servidores, nos quais montaram tenda e cobraram direitos à “alta gestão do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins”.
Verifica-se que o TJTO desconsidera o direito sagrado e universal de resistência consubstanciado no dever de resistir à ordens injustas emanadas do Estado, no caso de um dos braços do Estado.
Desse modo, a Federação declara total apoio ao sindicato e a categoria no estado. Defende ainda a manutenção da liberdade de expressão, seja ela em qualquer esfera e por todos os poderes. E acredita que apenas com unidade dos trabalhadores as irregularidades poderão ser combatidas.
A Fenajud estará ao lado dos trabalhadores de Tocantins na luta pela garantia de direitos, manutenção de conquistas e enfrentamento aos poderosos.
Juntos somos mais fortes!"


Psicólogo fala sobre assédio moral no ambiente de trabalho

03/06/19 08:50

Crédito: Rafael LealINSTITUCIONAL: Psicólogo fala sobre assédio moral no ambiente de trabalho
No encerramento das atividades da ll Semana de Saúde Ocupacional, no dia 31 de maio, o TRF 1ª Região realizou a palestra “Estratégias solidárias para enfrentamento do assédio moral”, ministrada pelo psicólogo Antonio Lima e voltada exclusivamente para gestores do Tribunal.
Em sua preleção, Antonio ressaltou a diferença entre conflito e violência. Ele explicou que é natural haver conflitos nas relações interpessoais, já que divergências são inerentes ao ambiente de trabalho, porém, deve-se prestar atenção para perceber quando o conflito deixa de ser democrático e se transforma em problema mal resolvido, gerando violência no ambiente.
Com o intuito de divulgar informações sobre a promoção de um ambiente saudável e ético, o palestrante tratou sobre a relação entre trabalho e identidade pessoal, as manifestações mais comuns de violência e assédio e as consequências dessa violência.
Ele destacou, ainda, estratégias de prevenção e enfrentamento, tais como a abertura de canais de acolhimento de denúncias, a criação de espaços públicos de discussão sobre o trabalho, as realizações de pesquisas sobre incidência de violência e a capacitação de profissionais da saúde e de gestão de pessoas para identificarem possíveis situações de violência.
A diretora do Núcleo de Colocação e Avaliação de Desempenho (Nucav), Maria de Jesus Mendes, participante da palestra, afirma que iniciativas como essa são importantes, pois se baseiam “primordialmente na informação, que é extremamente importante para a saúde dos trabalhadores e também para o sucesso da organização”.
Semana da Saúde Ocupacional – Durante quatro dias de evento, de 28 a 31 de maio, o corpo funcional do TRF1 contou com diversas atividades, como palestras, exames, aulões e massagens.
A segunda edição da Semana da Saúde Ocupacional teve como tema “Mente e Cérebro” e foi uma realização das Seções de Saúde Ocupacional (Sesao), de Promoção de Qualidade de Vida no Trabalho (Sevid) e da Divisão de Saúde Ocupacional (Disao), todas unidades integrantes da Secretaria de Bem-Estar Social (Secbe).
Assessoria de Comunicação Social

Tribunal Regional Federal da 1ª Região



quinta-feira, 30 de maio de 2019

OIT: Capitalização falhou em 60% dos países que mudaram Previdência





Ricardo Marchesan

Do UOL, em São Paulo

O sistema de capitalização, previsto na reforma da Previdência apresentada pelo governo do presidente Jair Bolsonaro, falhou em 60% dos países que o adotaram, de acordo com estudo publicado no ano passado pela OIT (Organização Internacional do Trabalho).

Na capitalização, o trabalhador faz a própria poupança para sua aposentadoria. Entre 1981 e 2014, 30 países modificaram seu sistema --seja completamente ou uma parte dele - para adotá-la, segundo o estudo. Até o ano passado, 18 desses países já haviam feito uma nova reforma, revertendo ao menos em parte as mudanças.


"Com 60% dos países que privatizaram aposentadorias públicas obrigatórias tendo revertido a privatização, e com evidências acumuladas de impactos sociais e econômicos negativos, é possível afirmar que o experimento fracassou", afirma o estudo.


Foram múltiplas as razões que levaram a essa falência, como os altos custos fiscais e administrativos do novo sistema, além do baixo valor das aposentadorias, segundo os autores Isabel Ortiz, Fabio Durán-Valverde, Stefan Urban, Veronika Wodsak e Zhiming Yu, membros da OIT.


Os 18 países que tentaram a capitalização, mas fizeram novas reformas, foram: Argentina, Equador, Bolívia, Venezuela, Nicarágua, Bulgária, Cazaquistão, Croácia, Eslováquia Estônia, Hungria, Letônia, Lituânia, Macedônia, Polônia, República Tcheca, Romênia e Rússia.


Os demais foram: Colômbia, Chile, Peru, Uruguai, México, El Salvador, Costa Rica, República Dominicana, Panamá, Armênia, Nigéria e Gana.


O estudo tem dados somente os países onde a capitalização não deu certo. Não dá detalhes sobre as experiências onde funcionou até agora.


Aposentadorias mais baixas


A recomendação da OIT é de que o valor da aposentadoria seja de pelo menos 40% do salário-base de cada trabalhador após 30 anos de atividade. Diversos países que adotaram a capitalização, porém, tiveram queda nos valores das aposentadorias, que ficaram abaixo desse padrão.


Os pesquisadores citam entre os exemplos a Bolívia, onde as pensões passaram a corresponder em média a 20% do salário que o trabalhador teve durante a carreira.


Outro problema apontado é que o número de pessoas cobertas pela Previdência caiu na maioria dos países, contrariando o discurso de que a possibilidade de maiores rendimentos aumentaria a atratividade para que os trabalhadores contribuíssem.


Aumento da desigualdade


Outra consequência observada em países que adotaram a capitalização foi o aumento da desigualdade de renda.


Os sistemas de seguridade social, quando bem elaborados, servem para distribuir a renda entre a população de duas formas, segundo o estudo.


Primeiro, com a transferência de dinheiro das empresas para os trabalhadores, já que em muitos casos elas colaboram com uma fatia da contribuição previdenciária do indivíduo.


Segundo, com a distribuição de renda dos mais ricos para os que ganham menos, e de pessoas aptas a trabalhar para aquelas que têm algum impedimento, seja por alguma doença, deficiência, ou que param por um período, como mulheres durante a maternidade.


Com a capitalização, essa redistribuição diminuiu.


Como nesse formato as contas são individuais, quem tinha renda mais baixa ou não podia trabalhar --mesmo que temporariamente-- acabou poupando menos e, consequentemente, terminou com uma aposentadoria menor, diz o estudo.


Rombo não foi resolvido


A maior preocupação dos países que reformam sua Previdência costuma ser o equilíbrio das contas públicas.


No caso do Brasil, por exemplo, sucessivos governos, incluindo o atual, afirmaram que as mudanças são necessárias porque as pessoas estão vivendo mais e tendo menos filhos.


Como no sistema atual o dinheiro de quem está trabalhando financia as aposentadorias de quem já parou, esse envelhecimento da população acaba aumentando o rombo nas contas.


No caso dos países que optaram pela mudança para a capitalização, porém, o alívio nas contas não veio, por causa dos custos da mudança.


Os trabalhadores pararam de contribuir para sustentar as pensões de quem estava aposentado, já que mudaram para o sistema de contas individuais. Ou seja, o governo teve que bancar essas aposentadorias com outros recursos, aumentando abruptamente os gastos com a Previdência até que toda a população estivesse na capitalização.


Segundo o estudo, os gastos com a transição foram bem maiores do que o previsto inicialmente.


Ele cita o caso da Argentina, onde o custo foi inicialmente estimado em 0,2% do PIB (Produto Interno Bruto), mas que foi revisto após a mudança para a capitalização, aumentando 18 vezes, para cerca de 3,6% do PIB.


O Brasil vai adotar a capitalização?


O sistema de capitalização é defendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, como forma de proteger gerações futuras e criar empregos.


A proposta de reforma da Previdência que o governo enviou ao Congresso e que atualmente está sendo analisada na Câmara prevê a capitalização, mas não dá detalhes de como ela seria, nem de como aconteceria a transição.


O governo diz também que ainda não sabe qual seria o custo da transição.


Publicado em: https://economia.uol.com.br


http://site.serjusmig.org.br/noticia/3969/oit-capitalizacao-falhou-em-60-dos-paises-que-mudaram-previdencia

PV é disputa: sigilo pode ser fundamental, Servidor!

Os Servidores da Justiça mineira sabem que a Promoção Vertical (PV), embora historicamente sofra uma luta por parte do SERJUSMIG para que seja automática, ou seja, passe a ser concedida a todos que preencham os requisitos, sem limite de vagas, ainda não funciona assim. Enquanto isso não é possível, o SERJUSMIG tem obtido importante vitória na diminuição dessa disputa,ao conseguir mais recursos para a PV. Só o incremento de R$ 5 milhões destinados à PV 2017 assegurou que mais 439 servidoresalcançassem a promoção vertical.
Mas, por enquanto - e o SERJUSMIG espera e luta, há anos, para conseguir essa mudança, que representará uma ISONOMIA na legislação com a 2ª Instância, luta empreendida de forma aguerrida pelo SERJUSMIG e que já passou pelo TJMG, CNJ e chegou até à ALMG - a PV ainda é uma disputa e, fornecer dados a quem quer que seja, em especial a quem pode ter acesso a informações de demais candidatos, pode significar, no jargão popular, “ entregar a chave do cofre ao bandido”.
Assim sendo, é dever do SERJSUMIG alertar aos servidores que representa e, portanto, tem interesse real em defender, que tal qual suas senhas bancárias, é preciso que tenham bastante cautela em “simular” pontuação via ferramenta virtual colocada à disposição, ou mesmo informar seus dados (títulos que possui, data em que estará apto a concorrer, padrão em que está posicionado e e-mail) a quem quer que seja, em especial a quem pode ser um concorrente futuro (de igual ou diferente instância) ou quem pode, de posse de dados, se mover para “alterar regras”.
Seus dados não devem munir cadastros que, de alguma forma, possam lhe prejudicar e cujos interesses não são necessariamente os de lhe auxiliar.
Por fim, resta esclarecer que, a cada período, pode haver mudança de membros da COMPROVE e da própria EJEF, e, assim, de intepretação acerca dos títulos (pontuação).
Já houve processos de Promoção Vertical em que um mesmo servidor concorreu em um deles e teve o título regular (pós-graduação) pontuado no máximo e com aplicabilidade direta. Porém, o colega não foi promovido e, no processo seguinte, a mesma comissão entendeu que a aplicabilidade do mesmo curso seria indireta (o servidor sequer havia mudado de lotação).
No caso, o servidor interpôs todos os recursos e não conseguiu reverter a decisão. Então, é impossível, hoje, dizer qual aplicabilidade um curso receberá na avaliação da COMPROVE em processo futuro. O SERJUSMIG lembra que tem solicitado ao TJMG a publicação da tabela de aplicabilidade, para, aí sim, o servidor ter maior segurança e poder se preparar melhor para a PV e atender melhor às expectativas da Instituição em relação ao seu crescimento profissional. 
Assim sendo, mais uma vez, o SERJUSMIG orienta os servidores da justiça de 1ª Instância a não fornecerem seus dados a quem quer que seja, ainda que sob a oferta “despretensiosa” de ajuda.
O ideal é aprender e conhecer o processo.
E, para tanto, sem exigir dados cadastrais, o SERJUSMIG irá, mais uma vez, produzir uma série de vídeos e material que possibilitará ao servidor entender o processo de Promoção Vertical e, assim, programar-se, sem precisar repassar seus dados pessoais e, em alguns casos, entregar-se nas mãos de concorrentes.

Sobre o medo da morte

Por Arthur Lobato, psicólogo, responsável técnico pelo Departamento de Saúde do Trabalhador e Combate ao Assédio Moral (DSTCAM) do SITRAEMG.
É preciso saber lidar com as adversidades e a grande adversária da vida é a morte. O medo da morte é a raiz da nossa crise existencial, mas pode nos levar a ter uma existência significativa. Esse medo paralisante é encoberto em nossa sociedade por atividades como o trabalho, o consumo, os passatempos e, muitas vezes, é sublimado pela arte e religião. No entanto, segue como um mal-estar permanente.
Este mal-estar, que Freud chama de pulsão de morte e o filósofo Kierkegaard de desespero humano, significa o encontro da consciência com a morte, sendo vista como uma realidade inevitável. O filósofo Karl Jasper afirmava que a morte é a única experiência que não pode ser vivenciada pelo indivíduo, pois apenas pode-se refletir sobre ela a partir da realidade da morte do outro. Assim, pela lógica da razão, sabe-se que “eu sou homem e todo homem é mortal. Logo eu também vou morrer”. Daí vem a crise existencial, a angústia insuportável, que se manifesta no mal-estar consigo mesmo(a) e com os outros.
Nosso processo mental é regido pelas relações sociais, familiares, pela genética, pelo país em que se nasce, pela cultura, normas, leis e tabus. É nessa interação entre indivíduo, seu semelhante, sua sociedade e sua cultura, que surge o sujeito pensante, a razão e a emoção. Pensar e ter consciência de nossa finitude é também o que nos move para a ação.
É o que nos levar a viver a vida, a entender que não somos eternos nem insubstituíveis. Aliás, há um ditado que diz que “o cemitério está cheio de pessoas que  eram insubstituíveis”, mas que no outro dia após a morte já havia alguém ocupando seu posto no trabalho ou na sociedade. Se quem morre é alguém que ocupa um cargo público importante, por exemplo, logo ele será substituído por um suplente.
Como dizia Freud, somos definidos enquanto sujeito pela forma como lidamos com nossas pulsões, tanto as pulsões de vida quanto as de morte. E para lidar com elas, temos que nos relacionar com o mundo e com nossos semelhantes.
A certeza da nossa finitude deveria nos fazer sempre questionar a forma em que vivemos. Deveria nos ajudar a dar um basta quando somos obrigado a ser um ator social, representando um personagem que é falso. Quando agimos no trabalho obedecendo às ordens absurdas, dizendo sempre “sim senhor”. Quando nosso potencial não está sendo bem aproveitado e, mesmo assim, continuamos levando uma vida desmotivadora, convivendo com fatores que geram tristeza, desânimo e melancolia.  Assim, somos pressionados a ser alguém que não queremos ser, simplesmente para sobreviver. Por mais que pense, esforce ou batalhe, não há nenhuma expectativa de melhora. Por isso, procura-se manter a imagem, a família, o emprego, mesmo não estando satisfeito ou feliz e, aos poucos, o desânimo e a frustração constante podem evoluir para um quadro depressivo.
Uma das defesas do ego para evitar a dura realidade da morte é a sublimação, seja na criação artística ou na maioria dos casos investindo toda sua demanda de vida no trabalho. O trabalho passa a ser um significante de vida, uma defesa, e ao mesmo tempo fonte de realização pessoal.
Muitas vezes pessoas viciadas no trabalho, ou seja, que fazem do trabalho o valor supremo de sua vida tem esta atitude como forma de sufocar o medo da morte, pois com muito trabalho e tarefas, a mente tem que se ocupar com fatos concretos na vida.
Entretanto, muitas vezes acontece que esse mesmo trabalho deixa de ser fonte de prazer para ser fonte de sofrimento, quando o sujeito não consegue dar conta do excesso de trabalho ou quando o reconhecimento esperado não é alcançado.
Conflitos, assédio moral e pessimismo criam um quadro desmotivador e frustrante e, assim, o trabalho perde o seu papel terapêutico na mediação do conflito e o medo da morte, se transforma no medo de ser incapaz, de perder o emprego, de ter uma vida de miséria por causa da incapacidade laboral. Essas preocupações podem evoluir para um sofrimento e, posteriormente, para um adoecimento como no caso da depressão, que é a total ausência de vontade, ou seja, quando o sujeito perde todo o significado dos valores que o motivavam até então.
Por isso, se você deseja levar uma vida mais satisfatória, com mais significado e percebe que não está sendo capaz de encontrar o seu caminho sozinho, talvez seja o momento de procurar um psicólogo para enfrentar suas questões.
Caso você esteja vivenciando sofrimento ou adoecimento mental e emocional no trabalho, procure o apoio do Departamento de Saúde do Trabalhador e Combate ao assédio Moral do SITRAEMG.

 Arthur Lobato
Psicólogo/Saúde  do trabalhador

terça-feira, 28 de maio de 2019

Encontro Regional de Montes Claros



O psicólogo Arthur Lobato, responsável técnico pelo Departamento de Saúde do Trabalhador e Combate ao Assédio Moral (DSTCAM), no Encontro Regional do SITRAEMG, no dia 18 de maio, em Montes Claros onde proferiu palestra sobre  “Metas e Produtividade, Assédio Moral e o Adoecimento do Servidor do Judiciário Federal”
Arthur Lobato ressaltou ainda o trabalho do Sindicato, por meio do DSTCAM, de prevenir, alertar e servir de apoio para amparar e ouvir os servidores que passam por problemas no trabalho que afetam a saúde. O atendimento ao servidor pode ser presencial, na sede do SITRAEMG, ou através do telefone (31) 4501-1541.


TRT/RJ na Prevenção da Violência Laboral e do Assédio Moral-Sexual


Senador Paim pede “vista” e suspende avanço do projeto da Avaliação de Desempenho

Representantes do SITRAEMG participaram da sessão da CAS no Senado e também marcaram presença nas manifestações em defesa da Educação na capital federal.


Os coordenadores do SITRAEMG Carlos Humberto Rodrigues e Paulo José da Silva, que estão esta semana em Brasília para participar dos debates e realizando trabalho de corpo com os parlamentares contra a Reforma da Previdência, tentaram mais uma vez acompanhar mais uma audiência sobre a PEC 6/2019, hoje abordando o Regime Geral da Previdência Social (RGPS), promovida pela Comissão Especial. Porém, foram barrados novamente pelos agentes da segurança legislativa.
Eles também acompanharam parte das mobilizações na capital federal pelo Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Educação, e, por tabela, também em defesa da Previdência Social e contra a Reforma da Previdência, proposta pelo governo federal. A manifestação iniciou-se no Museu da República, juntou-se aos poucos com grupos que se dividiram em várias concentrações em frente aos prédios do Ministério da Educação, Congresso Nacional, Itamaraty, Ministério da Fazenda, Rodoviária e o começo do Eixo Monumental, reunindo pelo menos 50 mil pessoas.

Avaliação de Desempenho

Mas o ponto alto das articulações dos representantes do SITREMG hoje foi a participação deles na sessão da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal, onde tramita o PLS 116/2017, que prevê a perda do cargo por insuficiência de desempenho do servidor público estável. O projeto é de autoria da senadora Maria do Carmo Alves (DEM/SE) e tem como relatora a senadora Juíza Selma (PSL/MT). O Sindicato, que acompanha de perto a tramitação da matéria, desde 2017, tem alertado que o texto é inconstitucional, pois apresenta “vício de origem”, já que foi apresentado pelo Legislativo, quando proposições dessa natureza devem partir do poder Executivo.

Entre os coordenadores do SITRAEMG Carlos Humberto Rodrigues e Paulo José da Silva, o assessor do senador Paulo Paim, Leandro
Conforme relato do coordenador Paulo José da Silva, ao acompanharem a sessão da CAS, observaram que a senadora-relatora sinaliza no sentido de que o projeto será aprovado. O coordenador também informa que o senador Lasier Martins (Podemos/RS), com quem ele esteve vezes quando era relator da matéria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, tendo inclusive emitido parecer favorável à aprovação, hoje estava na Casa dando apoio à senadora Selma, defendendo o projeto.
Contudo, uma boa notícia. Os coordenadores do Sindicato conversaram com o senador Paulo Paim (PT/RS), que integra a CAS, pediram a intervenção dele na luta contra o PLS, e o parlamentar gaúcho acabou pedindo “vista” do projeto, que foi acatado pelo presidente da mesa, senador Romário (Podemos/RJ). Com isso, o PLS 116/17 encontra-se agora sob análise de Paim. Também foi deferido o pedido de Paulo Paim para que seja realizada uma audiência pública para debater o projeto, em data ainda não agendada.
“Nós temos que estar unidos contra esse projeto de lei. Os servidores estaduais, servidores municipais e nós, servidores federais, temos que estar unidos. No dia dessa audiência pública, nós deveremos estar aqui, em massa, para que isso (o projeto) não seja aprovado”, convoca Paulo José da Silva. Ele informa ainda que, depois da sessão da CAS, ele e Carlos Humberto Rodrigues estiveram no gabinete do senador Paulo Paim, conversaram com o assessor dele, Leandro, colocaram pra este a questão da inconstitucionalidade do projeto, e o interlocutor ficou de conversar com o senador e fazer o máximo possível para que esse projeto não passe.
A outra boa notícia é que, se passar pela CAS, o projeto tramitará na Comissão de Direitos Humanos, que é presidida pelo próprio Paim, que é um dos principais interlocutores das causas dos trabalhadores, do serviço público e da iniciativa privada, no Senado e no Congresso Nacional. “Precisamos estar atentos a esse projeto, uma vez que nos trará prejuízos enormes. Sabemos a política atual do governo e que esse projeto, se for adiante, terá muito lobby para ser aprovado. Servidores, vamos nos unir em torno desse projeto, para barrar a tramitação dele no Senado”, reforça Carlos Humberto Rodrigues.
Confira AQUI a gravação da sessão da CAS.
Confira o relato dos coordenadores do SITRAEMG e convocação para a luta contra o PLS 116/2017: